A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que Mato Grosso do Sul atingiu sua menor taxa média anual de desocupação desde 2012.
Além de MS, outros 13 Estados conseguiram a mesma façanha do melhor desempenho da série, sendo que o "pódio" de melhores índices ficou com as seguintes Unidades da Federação:
- (2,6%) Mato Grosso.
- (2,9%) Santa Catarina e
- (3,3%) Rondônia
Com Mato Grosso do Sul "empatado" na quarta colocação, ao lado de Espírito Santo (3,9%), o lado oposto, as maiores taxas médias anuais de desocupação em 2024 foram ocupadas por: Bahia, Pernambuco (ambos com 10,8%), Distrito Federal (9,6%) e Rio de Janeiro (9,3).
Em análise da situação nacional, o Brasil fechou o quarto trimestre do ano passado com 6,2% de taxa de desocupação, "sem variação significativa frente ao trimestre anterior (6,4%) e recuando 1,2 p.p. ante o mesmo trimestre móvel de 2023 (7,4%)", indica o IBGE em nota.
Porém, na taxa média anual o desempenho nacional seguiu a tendência de "menor da série histórica", índice que começou em 2012 e caiu de 7,8% para 6,6% no comparativo de 2023 para 2024.
Desde o início da série, Mato Grosso do Sul atingiu as seguintes taxas médias anuais de desocupação:
- 2012 - 6,1
- 2013 - 4,6
- 2014 - 4,1
- 2015 - 6,6
- 2016 - 7,1
- 2017 - 9,6
- 2018 - 8,0
- 2019 - 7,9
- 2020 - 9,5
- 2021 - 9,5
- 2022 - 4,9
- 2023 - 4,7
- 2024 - 3,9
PNAD Contínua
Segundo a divulgação da PNAD, com exceção do "top 3" já citado, as demais UF's em 2024 que compõem as 14 totais com "menores taxas de desocupação média anual da série", são:
- (3,9%) Espírito Santo;
- (3,9%) Mato Grosso do Sul;
- (5,0%) Minas Gerais;
- (5,5%) Tocantins;
- (6,2%) São Paulo;
- (6,4%) Acre;
- (7,0%) Ceará;
- (7,1%) Maranhão;
- (7,6%) Alagoas;
- (8,3%) Amapá;
- (8,4%) Amazonas e
- (8,5%) Rio Grande do Norte.
A subutilização e informalidade nacionais ficaram em 16,2% e 39,0%, respectivamente, com a média anual do chamado "rendimento real habitual" de todos os trabalhos batendo R$ 3.225. Já onível de ocupação médio anual do País chegou a 58,6%.
Sobre Mato Grosso do Sul, o nível de ocupação no Estado (63,%) só fica atrás de: Mato Grosso (68,4); Santa Catarina (67) e Goiás (65,3).
Já no ranking da taxa de informalidade, Mato Grosso do Sul ocupa a sexta colocação, com índice de 32,7%, atrás do Rio Grande do Sul e Paraná (empatados com 31,9%); São Paulo (31,1); Distrito Federal (29,6) e Santa Catarina (26,4).
Enquanto Distrito Federal (R$ 5.043), São Paulo (R$ 3.907) e Paraná (R$ 3.758) carregam o título de maiores médias, Mato Grosso do Sul aparece pouco acima do índice nacional, com rendimento real habitual de todos os trabalhos marcando R$ 3.390.