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CAMPO GRANDE

Alta no preço da carne alavanca aumento da cesta básica

Alimentos da cesta ficaram R$ 12,76 mais caros em novembro
05/12/2019 18:37 - GLAUCEA VACCARI


 

Pelo quarto mês consecutivo, a cesta básica apresentou aumento em Campo Grande, encerrando novembro com custo de R$ 422,06, a terceira variação mais expressiva de preço entre as capitais do País. Alta no preço da carne, que foi a mais expressiva do ano, ajudou a alavancar a majoração da cesta, conforme pesquisa divulgada hoje pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Em novembro, a cesta básica teve aumento de R$ 12,76 em comparação com o preço de outubro, variação de 3,12%.

Entre os itens que registraram altas no preço estão: banana (7,55%), manteiga (7,34%), carne bovina (7,02%), açúcar cristal (4,95%), óleo de soja (4,66%), arroz (1,48%), feijão carioquinha (1,46%) e farinha de trigo (1,22%).

Quatro itens tiveram queda no preços, sendo o tomate (-8,92%), batata (-2,41%), café (-1,91%) e pão francês (-0,45%). Leite de caixinha manteve estabilidade no valor e não apresentou variação, com preço médio permanecendo em R$ 3,56 o litro.

Valor da cesta familiar, que tem itens para atender uma família de dois adultos e duas crianças, fechou novembro a R$ 1.266,18, um aumento de R$ 38,28 na comparação com o mês de outubro, quando custo foi de R$ 1.190,94.

No acumulado do ano, de janeiro a novembro o preço médio da cesta individual é de R$ 427,49.

O nível de comprometimento do salário mínimo para a aquisição do conjunto de 13 itens que compõe a cesta aumentou 1,39%, com trabalhadores precisando utilizar 45,97% do salário na compra da cesta.

No País, o custo do conjunto de alimentos essenciais aumentou em nove cidades e diminuiu em sete. As altas mais expressivas ocorreram em Vitória (7,89%), Florianópolis (4,45%) e Campo Grande (3,12%). As quedas mais importantes foram anotadas em Porto Alegre (-2,03%) e Curitiba (-1,95%).

Felpuda


Os bastidores fervem com a ciumeira que vem acontecendo em alguns municípios, onde determinados candidatos estariam sendo mais prestigiados que outros depois das alianças que foram formalizadas nas convenções. As queixas só aumentam, e as lideranças partidárias já não sabem o que fazer, temendo a possibilidade de que a vitória vá para o ralo. A bronca maior está entre integrantes das chapas puras de vereadores que se coligaram na majoritária. E salve-se quem puder!