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ESTIMATIVA

Com projeção de pagar R$ 2,6 bilhões, movimentação do 13º salário será menor este ano

Estimativa do Dieese não leva em conta redução salarial de trabalhadores assistidos por MP
11/11/2020 16:27 - Glaucea Vaccari


Mais de 1 milhão de trabalhadores têm direito ao 13º salário em Mato Grosso do Sul, que deve movimentar R$ 2,6 bilhões na economia do Estado neste ano.

Estimativa é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) projeta o incremento de R$ 24,3 milhões a mais do que em 2019.

No entanto, o montante pode ser menor se considerar a redução no salário dos trabalhadores assistidos pela Medida Provisória (MP) nº 936, segundo projeção por economistas ouvidos pela reportagem do Correio do Estado.

A projeção também calcula R$ 396,4 milhões pagos aos aposentados e pensionistas do INSS, que já receberam o valor antecipadamente.

Conforme o Dieese, na estimativa considera-se o montante total do valor recebido, independente de já ter sido pago.

Dessa forma, os dados constituem projeção do volume total que entra na economia ao longo do ano, e não apenas nos últimos dois meses do ano.

Na projeção do Dieese, o percentual de acréscimo de um ano para o outro é o menor da série histórica, que data de 2012.

Também houve queda de 0,01% quanto à relação do valor na participação do Produto Interno Bruto (PIB), fechando em 1,46%.

No mercado formal, número de trabalhadores no mercado formal que tem direito ao benefício é de 697.174, redução de 2.166 na comparação com o contingente de trabalhadores de 2019.

Entre os trabalhadores dos setores público e privado houve acréscimo de 7.834 trabalhadores, mas houve redução de 10 mil postos de trabalho no grupo de empregados domésticos com carteira assinada.  

Valor médio da remuneração desses grupos é de R$ 2.824,34, redução de 1%, ou R$ 25,70 em dinheiro.

 
 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.