A restauração florestal pode gerar muitos empregos.
Segundo uma pesquisa feita pelos professores Pedro Bancolin da ESALQ USP e Rafael Chaves, especialista em meio ambiente da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente São Paulo a restauração de doze milhões de hectares de terras degradadas até dois mil e trinta que é a meta do Brasil.
Em compromisso assumido em dois mil e vinte e um nas Nações Unidas pode gerar até dois vírgula cinco milhões de empregos dois milhões e meio empregos diretos na cadeia de suprimentos e restauração de ecossistemas.
Pelos cálculos dos pesquisadores, a restauração florestal tem potencial de gerar um emprego a cada dois hectares.
Então é um emprego a cada dois hectares.
O compromisso de recuperar doze milhões de hectares entre dois mil e um e dois mil e trinta foi assumido pelo Brasil na década das Nações Unidas para a restauração de ecossistemas.
Nós iniciamos esse ano a chamada década da ONU da restauração de ecossistemas que tem a liderança do programa da ONU para o meio ambiente e da Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura que é a FAU.
países já se comprometeram com metas propostas e planos para recuperar florestas e paisagens. Há um compromisso global de ser restaurar trezentos e cinquenta milhões de hectares de áreas e florestas degradadas até dois mil e trinta.
Olha só, trezentos e cinquenta milhões de hectares de áreas e florestas degradadas até dois mil e trinta.
Até agora a iniciativa reúne mais de setenta compromissos e mais de sessenta países e somados preveem a restauração aí de duzentos e dez milhões de hectares.
O Brasil, por exemplo, por meio da Planaveg tem o compromisso de restaurar esses doze milhões de hectares de florestas até dois mil e trinta.
Além do objetivo de implantar agricultura de baixo carbono, em outros dez milhões de hectares, metade integração lavoura pecuária floresta e metade em recuperação de pastagens.
Mais jovem o produtor rural está antenado nas redes sociais. É o que mostra dados parciais da oitava pesquisa da ABMRA que chamada Hábitos do Produtor Rural.
E foi apresentada recentemente aí no Congresso Brasileiro de Marketing Rural.
Amostra que o produtor está as gerações mais novas elas estão assumindo o comando das propriedades rurais.
A pesquisa foi realizada com quatro mil duzentos e quinze pessoas em todas as regiões do Brasil entre os dias trinta de junho e vinte e sete de julho desse ano.
por meio de uma plataforma digital. Em dois mil e treze, a idade média dos produtores era de quarenta e oito anos. Caiu pra quarenta e seis vírgula cinco anos em dois mil e dezessete e nessa pesquisa ficou em quarenta e cinco vírgula quatro anos.
Por faixas de idade, a pesquisa aponta que as novas gerações que são as gerações de dizoitu a vinte e cinco anos, vinte e cinco a trinta e cinco, de trinta e cinco a quarenta.
Estão participando cada vez mais da administração das fazendas. Enquanto o a as gerações mais velhas, quarenta e um a cinquenta, cinquenta e um a sessenta e acima de sessenta estão começando a se afastar dos negócio.
Em termos de hábitos de mídia, a pesquisa revelou que noventa e um por cento dos entrevistados acessam alguma rede social. Setenta e seis por cento assistem TV aberta.
Setenta e quatro por cento usam internet, setenta e um por cento ouvem rádio e só vinte e sete por cento leem jornais impressos.
O grande número de pessoas que usam a internet acabam lendo algumas matérias de jornais impresso via internet né?
Bom vamos falar agora um pouco sobre o mercado de carnes o mercado interno de carne bovina está bem devagar segundo os analistas do CEPEA. A demanda de carne está fraca porque a população está com pouco dinheiro no bolso.
Com isso mesmo com as exportações e altas cotações da carne não reagem. De dezembro de dois mil e vinte e um a setembro desse ano a carcaça casada do boi no atacado da grande São Paulo caiu dez vírgula cinco por cento em termos reais.
De agosto pra setembro a queda foi de um vírgula sessenta e cinco por cento. Eh sobre avicultura o poder de compra do avicultor paulista em relação ao milho e ao farelo de soja, está se reduzindo esse mês, devido a queda da dos preços do do animal vivo e a alta do do dos valores do do dos insumos, né? De acordo com
O pessoal do CEPEA de acordo com os análises do CEPEA a queda do preço da carne de frango eh é resultado da menor demanda assim como a carne suína que tá subindo né?
Porque a carne bovina tá caindo a carne de frango tá caindo em termos de de consumo os cálculos do CEPEA mostro pro avicultor paulista pode comprar quatro vírgula dizenovi quilos de milho com a venda de um quilo de frango em setembro isso até o dia quatorze quantidade quatro vírgula dois por cento abaixa da que observada em agosto.
Mas ainda oito vírgula sete por cento acima da de setembro de dois mil e vinte e um.
No caso do farelo de soja, o produtor consegue adquirir dois vírgula vinte e quatro quilos dofarelo de soja com a venda de um quilo do de frango. Dois vírgula sete por cento a menos que no mês anterior e nove vírgula cinco a menos que há um ano.