Economia

ENTREVISTA

"Os 'puxadinhos' da reforma tributária podem ser muito ruins para a economia"

O pós-doutor em Economia disse em entrevista ao Correio do Estado que, para que a reformulação da tributação brasileira funcione, ela precisará ser transparente e sem estratégias que a tornem menos eficaz

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O pós-doutor em Economia Michel Constantino abordou, em entrevista ao Correio do Estado, questões cruciais para a economia brasileira e regional. Durante a conversa, o economista destacou a necessidade urgente de reformulação do sistema tributário nacional, apontando que a atual estrutura é complexa. Segundo ele, a implementação de um modelo mais transparente e simplificado é fundamental para promover o crescimento sustentável.

Além das questões tributárias, Constantino chamou atenção para os principais desafios enfrentados por Mato Grosso do Sul. Entre os pontos críticos, o economista mencionou a infraestrutura deficitária, que limita o potencial de escoamento da produção agropecuária e industrial, além da necessidade de diversificação econômica. Ele ressaltou a importância estratégica da Rota Bioceânica.

Para Constantino, a atração de grandes investimentos privados é essencial para dinamizar a economia sul-mato-grossense. O economista também comentou sobre os desafios que o próximo gestor de Campo Grande enfrentará nos próximos quatro anos. Confira a seguir.

O PIB brasileiro tem surpreendido com desempenho acima do esperado. Acredita que Mato Grosso do Sul vai no mesmo caminho?

O PIB brasileiro vem crescendo, a gente tem alguns indicadores que mostram que isso vem baseado principalmente em transferência pública. Você tem um crescimento do Bolsa Família, as aposentadorias que cresceram com aumento do salário, tem o salário real que aumentou em relação à inflação, 7%.

Tem mais uns R$ 100 bilhões de BPC [Benefício de Prestação Continuada], que são as aposentadorias por tempo. Tem ainda a injeção da época da pandemia e também da transição. Então, tem vários recursos, transferências de renda que foram feitas pelo governo federal, e isso impactou todos os estados, que faz surpreender, faz esse crescimento.

O grande problema é que isso não se sustenta, porque tem que crescer a economia com gestão de recursos públicos, você tem que ter realmente uma produtividade, aumentar a efetividade das políticas e também aumentar o capital e investimentos, e não só em transferência. 

Mato Grosso do Sul vai no mesmo caminho, porque você tem, de um lado, esses recursos federais chegando no Estado, tem os recursos do governo estadual com arrecadação alta e tem também investimentos privados importantes vindo com grandes empresas. 

O que é necessário mudar para que a economia estadual cresça ainda mais?

O que a gente tem de gargalo no Estado hoje para aumentar o crescimento ou alavancar esse crescimento é o capital humano.

A gente tem poucas pessoas, precisa de mais gente para atender a essas demandas novas, na nova economia digital, inclusiva e verde. Então, a gente precisa ter pessoas mais, precisa formar mais pessoas ou trazer pessoas, migrar pessoas para cá. E é a questão realmente de destravar um ambiente de logística. 

Temos empresas grandes chegando que precisam de infraestrutura logística para aumentar a competitividade. Isso realmente é necessário mudar, ser mais rápido. O governo ainda está muito lento nessa abordagem.

Apesar de continuar crescendo em números absolutos, a arrecadação estadual está crescendo abaixo da inflação neste ano. Por que temos esse cenário?

Tem um ponto, um cálculo que a gente faz da curva de Laffer. É o seguinte, se você aumenta impostos, você vai chegar em um momento que vai travar a arrecadação. Então, é importante você manter impostos de forma que as empresas consigam pagar, as pessoas consigam pagar, e que o aumento seja sustentável, e não aumentar conforme a inflação.

A gente precisa realmente ter uma arrecadação sustentável ao longo do tempo. Isso é mais importante do que ter crescendo números muito altos de arrecadação, como está acontecendo no governo federal. Vai chegar um momento que vai travar e as pessoas param de pagar impostos, as empresas param de aumentar as suas ofertas.

Acredita que a chegada desses novos grandes empreendimentos no ramo da celulose deve ajudar a alavancar esse desempenho?

Você tem grandes empresas que trazem outras grandes empresas com elas, impactam isso e traz um maior desempenho. Então, esse é o ponto importante que a gente precisa para o Estado, mas precisa ter pessoas para atender essas empresas. 

Falando em celulose, Mato Grosso Sul ainda tem espaço para crescer em relação ao número de fábricas e florestas plantadas?

A gente tem realmente espaço para crescer ainda mais, pelo menos cinco fábricas de celulose no Estado nos próximos 20 anos. Então, você tem realmente um espaço para expandir, e é isso que a gente conta. E para expandir, precisa de logística e precisa de pessoas para isso. 

Você acredita que início da operacionalização da Rota Bioceânica trará um novo boom de desenvolvimento para MS, assim como tem sido com a celulose?

A Rota Bioceânica, tem aí uma grande expectativa para o próximo ano. A rota já é um estímulo antes de iniciar as suas atividades, seja para a questão da celulose, para a soja, para todos os produtos, para o consumo. Por outro lado, a gente tem um forte impacto. Talvez o boom que a gente vai se surpreender é com a questão do turismo.

A gente vai ter um turismo maior, ter uma integração maior com os países da América Latina, e isso vai contribuir para o nosso desenvolvimento. Teremos impactos sociais importantes, ambientais, e a gente precisa minimizar esses impactos negativos e maximizar a parte econômica e social que vai trazer para o Estado com a Rota Bioceânica.

Em quais setores o Estado ainda tem espaço para se desenvolver?

Nosso estado é muito pequeno ainda, tem poucos setores consolidados. A gente tem uma grande dependência do agronegócio. Esse setor vai crescer cada vez mais, principalmente na questão da energia e de alimentos. A gente tem novas empresas vindo para o Estado, não só de celulose, mas você tem de amendoim, laranja, milho com álcool de milho.

Você tem agora uma grande indústria que acho que vai ser o ponto importante dos próximos 10 anos, que vai ser a biomassa, que vai ser vendedor de energia para o mundo inteiro a partir da biomassa. Então, a gente tem muito espaço para crescer em todos os setores.

Estamos em período eleitoral e Campo Grande tem passado por um desajuste fiscal nos últimos anos. Quais os principais desafios para o novo prefeito da Capital? E quais estratégias ele deve adotar para mudar esse cenário?

Campo Grande tem passado por um desajuste fiscal nos últimos anos. Os desafios, realmente, da próxima gestão estão aí. Tivemos nos últimos anos, principalmente nessa gestão com o prefeito inicial, realmente gastos que não foram planejados.

Pensando no futuro de crescimento desses gastos de arrecadação, e como eu falei para você, tem um cálculo da curva de Laffer que mostra que não adianta aumentar muito o imposto para arrecadar mais, que chega um momento que isso trava, vai ter que fazer como o Estado fez, fazer um reajuste fiscal em Campo Grande. 

Campo Grande tem uma ótima arrecadação, precisa alocar melhor esses recursos. A estratégia é essa, é voltar a melhorar a gestão de qual tipo de recurso que a gente quer e para onde que a gente quer ir. A nova gestão ou a continuidade da gestão vai ter que repensar isso, porque realmente toda a questão da arrecadação está sendo alocada em alguns segmentos que não dão retorno para a prefeitura.

No cenário nacional temos visto uma grande queda de braço para a implementação e regulamentação da reforma tributária. O que falta para acertar essas mudanças na tributação do País?

A reforma tributária, isso é importantíssimo. Vai impactar diretamente o nosso estado e os municípios. A preocupação é muito grande. E não só uma queda de braço, mas tem realmente os “puxadinhos” da reforma tributária que podem ser muito ruins. 

Estamos acompanhando, mas vai demorar um pouco ainda, um longo do tempo até 2030, para poder implementar muitas coisas. Agora, o importante é o Estado, como tem as suas características, ficar sempre de olho nesses “puxadinhos”.

Vai aumentar imposto para o agro, por quê? E aí, discutir, trazer as frentes do Legislativo para poder discutir isso, porque senão, realmente pode ser que o Estado tenha um impacto negativo com a reforma. E a ideia é que tenha um impacto positivo.

Acredita que, da maneira como tem sido desenhada, a reforma tributária será eficiente para melhorar a cobrança de impostos?

A eficiência da reforma tributária está realmente na transparência. Sendo mais transparente, isso vai ajudar muito. Então, vai ficar muito mais eficiente, porque a gente vai saber quais impostos estamos pagando, para onde esse imposto vai, e isso facilita a cobrança, a arrecadação, mas facilita também para quem está pagando. 

Então, esse é um ponto importante, acho que esse é o ganho maior na reforma tributária, só que, como eu falei na questão anterior, tem que tomar muito cuidado com esses “puxadinhos”, com os privilégios de alguns setores dentro dessa reforma. Então, isso é um ponto importante, senão, o nosso estado, município, todos podem perder muito com isso.

Perfil - Michel Constantino

Natural de Brasília (DF), Michel Constantino tem 47 anos, é pós-doutor em Economia, palestrante e consultor na área de Economia e Agronegócios. É especialista em análise de dados e Políticas Públicas e atua como professor na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Além disso, é colunista do Correio do Estado.

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Agronegócio

Plano Safra esbarra em menor crédito subsidiado e preocupa setor em MS

Apesar do volume recorde de recursos, entidades avaliam que a redução dos recursos para custeio e a baixa participação das operações com juros equalizados podem limitar o acesso ao financiamento da próxima safra

25/07/2026 09h00

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Embora o governo federal tenha anunciado um volume recorde de R$ 525,1 bilhões para o Plano Safra 2026/2027, entidades do agronegócio avaliam que o montante não garante, na prática, maior acesso ao crédito dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul.

A preocupação é que a redução dos recursos destinados ao custeio da produção, somada à pequena parcela de operações com juros equalizados pelo Tesouro Nacional, acabe restringindo justamente o financiamento necessário para viabilizar a próxima safra.

A discussão ganhou um novo capítulo nesta semana, com a publicação, no Diário Oficial da União, da portaria que regulamenta o pagamento da equalização das taxas de juros às instituições financeiras que operarão o Plano Safra 2026/2027.

A norma estabelece os critérios para as operações contratadas entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027 e autoriza 26 instituições financeiras a operacionalizarem as linhas de crédito com equalização. 

Ao todo, serão R$ 97,5 bilhões destinados às operações equalizadas para médios e grandes produtores e outros R$ 44,3 bilhões para a agricultura familiar.

A análise técnica da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) destaca a preocupação com a redução dos recursos para custeio, o cenário de endividamento rural e a ausência de medidas de apoio ao produtor.

“O Sistema Famasul vê com preocupação a efetividade do Plano Safra 2026/2027, diante dos desafios enfrentados pelo produtor rural. Embora o governo tenha anunciado um volume recorde nominal de recursos, a política de crédito rural precisa ser analisada para além dos números divulgados, já que sua efetividade será determinada pela capacidade de transformar esses recursos em financiamento efetivamente acessível ao produtor”, destaca a entidade.

“Em um cenário de amplo endividamento, custos de produção ainda elevados e maior exposição aos riscos da atividade agropecuária, o principal desafio do setor continua sendo garantir condições para financiar a próxima safra”, acrescenta.

De acordo com a Famasul, um dos pontos mais preocupantes é a redução de aproximadamente R$ 30 bilhões dos recursos destinados ao custeio e à comercialização em relação ao plano anterior.

“Essa modalidade financia as despesas diretamente ligadas à produção, como aquisição de sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis e demais custos operacionais, sendo considerada a principal necessidade financeira do produtor rural no curto prazo, principalmente diante da exposição aos riscos climáticos, inclusive com a possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño”, reforça a entidade.

Enquanto isso, os recursos destinados às linhas de investimento passaram de R$ 101,5 bilhões para R$ 140,2 bilhões. “Mesmo que esse montante seja importante para o desenvolvimento do setor, a prioridade do momento é recompor o fluxo de caixa e financiar a safra corrente, e não assumir novos compromissos de longo prazo”, destaca a Famasul.

JUROS

A composição dos recursos também chama atenção. Dos R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial, apenas R$ 97 bilhões, cerca de 18,5% do total, correspondem às operações com juros equalizados, modalidade em que o governo subsidia parte do custo financeiro para reduzir as taxas cobradas ao produtor.

A regulamentação publicada nesta semana confirma que essas operações serão distribuídas entre 26 instituições financeiras habilitadas pelo governo federal.

“A disponibilidade de crédito não significa, necessariamente, acesso ao financiamento. O custo efetivo das operações incorpora despesas como seguros, tarifas, registros e outras exigências que aumentam significativamente o valor final contratado, reduzindo a capacidade de acesso ao crédito, especialmente em um cenário de maior restrição financeira”, explica a Famasul.

A federação pondera ainda que a redução das taxas de juros em algumas linhas não elimina os desafios enfrentados pelos produtores.

“Em diversas linhas tradicionais de investimento houve redução dos recursos disponíveis. No Moderfrota, por exemplo, a taxa caiu de 13,5% para 12,5%, enquanto os recursos passaram de R$ 9,5 bilhões para R$ 3,7 bilhões, redução de aproximadamente 61%. Esse cenário demonstra que a redução dos juros, isoladamente, não garante maior disponibilidade de financiamento ao setor produtivo”, ressalta.

Outro ponto levantado pela Famasul é a ausência de medidas voltadas à recuperação financeira dos produtores e ao fortalecimento dos instrumentos de gestão de risco.

Em linha semelhante, a Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja-MS) avalia que o Plano Safra amplia os investimentos, mas reduz a capacidade real de financiamento, já que o crescimento nominal dos recursos não acompanha a inflação do período. Consequentemente, há perda do poder de compra do crédito disponível.

INFLAÇÃO

Levantamento da equipe econômica indica que, enquanto os recursos anunciados aumentaram 1,7%, a inflação acumulada foi de aproximadamente 4,72%. “Com isso, o Plano Safra registra uma perda real de cerca de 2,9% na capacidade de financiamento quando comparado ao ciclo anterior”, afirma a análise.

“Além do efeito da inflação, a composição dos recursos também mudou. O montante destinado ao custeio e à comercialização, utilizado pelos produtores para financiar despesas da safra, como aquisição de insumos, sementes, fertilizantes, defensivos e demais despesas para custeio da lavoura, foi reduzido em 7,2%, o equivalente a R$ 29,8 bilhões. Por outro lado, os recursos para investimento aumentaram 38,1%, priorizando linhas voltadas à armazenagem, energia renovável, irrigação, inovação e modernização das propriedades rurais”, detalha o texto.

Para o analista de economia da Aprosoja-MS, Raphael Gimenes, o efeito da inflação explica a diferença entre o número anunciado e o ganho real de crédito.

“Quando descontamos a inflação, observamos que o crescimento nominal não representa um ganho real na capacidade de financiamento. Além disso, a redução dos recursos destinados ao custeio pode limitar o acesso dos produtores ao crédito utilizado para financiar despesas da safra, como aquisição de insumos e demais custos operacionais”, afirma.

O aumento nos recursos para investimento também não resolve a necessidade mais imediata do produtor, segundo o presidente presidente da Aprosoja-MS, Jorge Michelc.

“O aumento dos recursos para investimento é positivo, principalmente para projetos estruturantes que aumentam a eficiência das propriedades rurais. Entretanto, ele não substitui a necessidade de crédito para custeio, que é essencial para garantir o plantio e a condução da safra”, comenta.

Já o analista Linneu Borges Filho chama atenção para a origem dos recursos. Com a participação do Tesouro Nacional caindo para 24,8% do total de investimento, 75,2% do financiamento passa a depender das instituições financeiras.

“A redução das taxas de juros é uma notícia positiva, mas é preciso olhar também para a origem desses recursos. Com uma participação menor do Tesouro Nacional, uma parcela maior do crédito dependerá das instituições financeiras. Isso pode influenciar a disponibilidade e as taxas dos recursos ao longo da safra”, explica.

Para os médios produtores enquadrados no Pronamp, o Plano Safra prevê aumento de 5,1% nos recursos e redução da taxa máxima de juros, de 10% para 9% ao ano.

O presidente da Aprosoja-MS resume o sentimento das entidades.

 “O anúncio dos recursos é importante para o planejamento do setor, mas o produtor precisa olhar além dos valores divulgados. É fundamental que o crédito esteja disponível no momento em que for necessário, com condições que permitam financiar a produção e manter a competitividade da agricultura brasileira”.

REDUÇÃO

Os produtores de Mato Grosso do Sul também contarão com um orçamento menor do principal agente financeiro do crédito rural.

Conforme divulgado pelo Banco do Brasil, serão disponibilizados R$ 13,4 bilhões para o financiamento da safra 2026/2027 no Estado, abaixo dos cerca de R$ 16 bilhões anunciados no ciclo anterior.

Desse total, mais de R$ 1 bilhão serão destinados aos pequenos e médios produtores, enquanto R$ 12,4 bilhões atenderão a agricultura empresarial.

Em âmbito nacional, o Banco do Brasil disponibilizará R$ 210 bilhões para o Plano Safra, sendo R$ 70 bilhões voltados aos pequenos e médios produtores e R$ 140 bilhões destinados à agricultura empresarial.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 877, sexta-feira (24/07): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso.

25/07/2026 08h30

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 877 da Super Sete na noite desta sexta-feira, 24 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 48 apostas ganhadoras (R$ 1.169,99)
  • 4 acertos - 938 apostas ganhadoras (R$ 59,87)
  • 3 acertos - 7.773 apostas ganhadoras (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 877 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 0
  • Coluna 2: 0
  • Coluna 3: 5
  • Coluna 4: 5
  • Coluna 5: 1
  • Coluna 6: 7
  • Coluna 7: 3

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 878

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na segunda-feira, 27 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 878. O valor da premiação está estimado em R$ 4,1 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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