“Se eu ajudar o Palmeiras, vou prejudicar meu clube”. Este foi um dos argumentos utilizados por Dieter Hoeness, diretor executivo com status de presidentedo Wolfsburg para encerrar qualquer conversa sobre a venda de Grafite ao clube brasileiro. Numa reunião realizada nesta quarta-feira (23) na Alemanha, o empresário Gustavo Tavares - representante palmeirense - ficou apenas com a possibilidade de voltar a tentar o negócio em julho, ao final da temporada da Bundesliga.
Gustavo já tinha acertado tudo com o atacante brasileiro. Grafite chegou até conversar sobre onde moraria no seu retorno a São Paulo. Ele tem 32 anos de idade e precisa cumprir ainda um ano e meio de contrato. O Wolfsburg se mostrou desde o início pouco disposto a liberar o atleta. Palmeiras insistiu e manteve o seu representante na Alemanha, mas o atual 15º colocado do campeonato alemão não quis negócio e sequer abriu preço.