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Barça x Santos

Decisão desempatará duelo de continentes

Decisão desempatará duelo de continentes

Redação

17/12/2011 - 13h41
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Neste domingo, a partir das 8h30(de Brasília), o Santos tentará entrar para o seleto grupo de tricampeões mundiais, que conta com o brasileiro São Paulo, além de Boca Juniors, Nacional-URU, Inter de Milão, Peñarol e Real Madrid. Porém, o maior vencedor é o Milan, única equipe do futebol que levantou a taça em quatro oportunidades. Já o Barcelona, rival santista na decisão de Yokohama, no Japão, tem apenas um título.

Será a terceira final do Santos, que venceu as outras duas que participou, em 1962 e 1963, contra Benfica e Milan, respectivamente. O Barça, por sua vez, jogará a quarta decisão da sua história. O time espanhol perdeu do São Paulo em 1992, do Internacional em 2006 e, enfim, sagrou-se campeão em 2009, contra Estudiantes.

O Mundial Interclubes, ou Copa Intercontintal, era disputado somente entre os campeões europeu e sul-americano - de 1960 a 1979, dois duelos eram disputados, um em cada país. Em caso de empate, um terceiro jogo era realizado. Depois, de 1980 até 2004, a final passou a ser em jogo único, sempre no Japão. A partir de 2005, a Fifa começou a organizar a competição no formato atual, incluindo o torneio de 2000, a primeira edição, onde os times foram divididos em dois grupos de quatro.

- A final entre Santos e Barcelona vai desempatar o duelo América do Sul x Europa. Nas 50 edições de Mundiais realizadas até hoje, cada continente conquistou 25 títulos;

- Apenas uma vez a final do Mundial não foi disputada entre um time europeu e um sul-americano. Foi em 2010, quando o Internacional perdeu a semifinal para o Mazembe, da República Democrática do Congo;

- Em 1975 e 1978 não aconteceram finais mundiais. Em 75, Bayern de Munique, da Alemanha, e Independiente, da Argentina, não acertaram datas para jogar. Em 78, Liverpool, da Inglaterra, e Boca Juniors, da Argentina, desistiram de duelar devido a problemas com o calendário;

- O bicampeonato são-paulino, em 1993, foi conquistado no Japão diante do Milan, mas deveria acontecer contra o Olympique de Marselha, campeão europeu daquele ano. Entretanto, a equipe italiana, vice-campeã continental, substituiu o time francês, que foi suspenso de competições internacionais por ter subornado um árbitro em jogo do campeonato nacional;

- E não foi a primeira vez que o campeão europeu não participou da disputa. Em outras ocasiões, as equipes desistiram do Mundial, sendo que os vices foram para a competição: O Panathinaikos substituiu o Ajax em 71, a Juventus substituiu de novo o Ajax em 73, o Atlético de Madri substituiu o Bayern de Munique em 74, o Borussia M'gladbach substituiu o Liverpool em 77 e o Malmö substituiu o Nottingham Forest em 79;

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- A final mundial com o maior número de gols é justamente uma que o Santos participou - sete tentos. Em 1962, no estádio da Luz, em Lisboa, o time brasileiro fez 5 a 2 no Benfica;

- E a equipe portuguesa foi também a que sofreu a maior goleada da história. No ano de 1961, o Benfica perdeu de 5 a 0 do Peñarol, no estádio Centenário, em Montevidéu;

- O Milan é a equipe que mais disputou finais, com oito no total. Depois da equipe italiana vêm o Real Madrid e o Independiente, com seis decisões cada. De brasileiros, o São Paulo já fez três finais, número que será igualdado pelo Santos no domingo;

- O Santos pode colocar o Brasil como país que mais tem campeões mundiais, já que atualmente está empatado com Argentina e Itália, os três com nove títulos. O Barcelona pretende dar a 6ª conquista para o futebol espanhol;

- Alessandro Costacurta é o jogador que mais disputou finais mundiais. O zagueiro do Milan jogou cinco decisões, em 1989, 1990, 1993, 1994 e 2003. Ele poderia jogar a final de 2007, mas antes mesmo do torneio, ele anunciou sua aposentadoria;

- Pelé é o maior artilheiro da história dos Mundiais, com oito gols anotados em 62 e 63. O segundo maior marcador é Alberto Spencer, que fez cinco gols nas campanhas do Peñarol em 60, 61 e 66. O ex-camisa 10 do Santos também lidera a estatística de maior número de gols em uma única decisão: foram três tentos na final de 62, contra o Benfica;

- O argentino Carlos Bianchi é o treinador que mais tem títulos mundiais: três. Em 1994, dirigindo o Velez Sarsfield, e em 2000 e 2003 no comando do Boca Juniors;

- Apenas três pessoas foram campeãs mundiais como técnico e jogador: Luis Cubilla, como atleta do Peñarol em 61 e Nacional-URU em 71, e como treinador em 1979, dirigindo o Olímpia; Juan Mugica, primeiro como jogador do Nacional-URU, em 71, depois como técnico da equipe uruguaia, em 80; por fim, o italiano Carlo Ancelotti, campeão pelo Milan como jogador em 89 e 90, e como treinador em 2007;

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