Os presidentes das federações de futebol do País, entre eles o representante de Mato Grosso do Sul, Francisco Cezário de Oliveira, reunidos em assembleia da CBF ontem, consideraram normal o valor superfaturado pago por Marin na futura sede da entidade, no Rio de Janeiro. O valor pago foi de R$ 70 milhões, por oito salas comerciais e 6.642,83 metros quadrados na Barra da Tijuca, sendo que a mesma empreiteira negociou com outros intermediários cinco salas por R$ 12 milhões.
O assunto não estava na pauta da assembleia, mas foi levantado para que o presidente da CBF pudesse dar esclarecimentos. Todos os 27 presidentes de federações, presentes no encontro, não contestaram o valor do prédio.
Marin anunciou a compra do imóvel no dia 27 de junho de 2012, já pelo valor de R$ 70 milhões. A compra, no entanto, só foi formalizada em 31 de agosto. A CBF anunciou também na assembleia geral, os números do Balanço de 2012, apresentado e aprovado na assembleia. Foram R$ 102 milhões de receitas e um lucro de R$ 55 milhões.