Campeões nos últimos dois anos e líderes no ranking geral de títulos, os argentinos também dominam as áreas técnicas na Libertadores. Dos 32 treinadores que disputam a competição em 2016, 13 são da Argentina, ou seja, 40% do total. Apenas três são brasileiros: Tite, do Corinthians, Marcelo Oliveira, que comanda o Palmeiras, e Roger Machado, do Grêmio. Os uruguaios também têm a preferência de boa parte das equipes no torneio continental, presentes em sete equipes.
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Os times argentinos são os únicos comandados apenas por técnicos de seu país. Há ainda dois treinadores colombianos e um representante de Bolívia, Chile, Espanha, México, Paraguai, Peru e Venezuela. São Paulo, com o argentino Edgardo Bauza, e Atlético-MG, com o uruguaio Diego Aguirre, tentam ser a primeira equipe brasileira comandada por estrangeiro a levantar a taça do torneio.
Se consideradas também as equipes que caíram na fase prévia, o número de técnicos argentinos subiria para 15, com os comandantes de Puebla e Universidad de Chile. A média de idade entre os 32 treinadores é de 48 anos. Entre eles, apenas Edgardo Bauza, Tite e Marcelo Gallardo já conquistaram o torneio. Mariano Soso, do Sporting Cristal, é o técnico mais novo, com 34 anos. No outro extremo está Fernando Castro, do Deportivo Cali, treinador mais velho da competição com 67 anos. O uruguaio Pablo Repetto, do Independiente del Valle, é quem está há mais tempo no cargo: desde 2012.