A segunda etapa da Copa HRT de Motovelocidade vai ser realizada neste final de semana, de 21 a 23 de maio, no Autódromo Internacional Orlando Moura, em Campo Grande.
O público terá acesso gratuito ao local, o uso de máscara e distanciamento social serão obrigatórios no evento. Além disso, haverá limite máximo de ocupação de 50% do autódromo.
Os treinos livres começam nesta sexta-feira (21), as corridas classificatórias estão programadas para sábado (22), com baterias de 20 minutos para cada classe, e no domingo (23), será o dia das corridas principais.
As disputas acontecerão nas categorias 1.000 cilindradas (cc) pró e light, 600cc pró e light e 400cc, com participação de pilotos filiados à Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), que dará suporte ao evento, e apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).
A competição vai contar pontos ao ranking estadual da Federação de Motociclismo do Estado de Mato Grosso do Sul (Femems).
“Podem esperar muita emoção e adrenalina, haverá pilotos muito rápidos no grid. Os de Campo Grande, por exemplo, têm treinado bastante e melhorado seus tempos”, destaca Rodrigo Compagnoni, um dos organizadores do evento.
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Amanhã, as motos 400cc serão as primeiras, com início às 14h. Depois, será a vez da que possuem maior cilindrada, a ordem será crescente, até chegar as 1000cc. O término está previsto para às 16h.
Os pilotos precisam cravar um bom tempo nesta fase para largar à frente no grid no domingo. Posteriormente, cada uma terá mais uma bateria de 15 minutos, mas sem a disputa pela pole.
No domingo os portões serão abertos às 6h, mas o cronograma prevê a formação do grid de largada da primeira classe às 08h50.
As provas da 400cc e da 600cc serão formadas por 10 voltas completas no circuito, já as motos de 1000cc, Pró e Light, correm um pouco mais, com 12 voltas cada.
O professor o piloto Ricardo Hayashi, campeão do Superbike e maior campeonato profissional da modalidade nas Américas, vai atuar como professor de quem participar do Track Day antes das corridas.
“As instruções de pilotagem servem para que o piloto não entre sem noção nenhuma na pista. A intenção é sempre vê-los melhorando”, explica Compagnoni.
*Com informações da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM)