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Quão poderosa é a nossa Seleção

Analisando a força da Seleção Brasileira de Futebol por meio de jogadores e treinadores importantes

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A seleção brasileira ostenta o posto de ser a com o maior número de conquistas na Copa do Mundo FIFA, totalizando 5 vitórias – o que faz dela a única agremiação penta campeã da mais importante competição de futebol do mundo.

No entanto, não apenas por isso, a “amarelinha”, como é conhecida, escreve seu nome na história do futebol mundial. Com uma força sem igual, a seleção brasileira tem um papel importantíssimo na cultura de adoração ao futebol, na forma como consumimos este esporte e, também, na maneira como diversos clubes organizam seus times ao redor do mundo.

A seguir, entenda um pouco de sua trajetória, sua força e seus diferenciais no mundo do esporte.

Brasil: um celeiro de atletas

Não é à toa que o Brasil é considerado o país do futebol. Com uma cultura de adoração ao esporte muito enraizada em sua população, o maior país da América do Sul também é o que mais exporta talentos para todo o mundo.

Um futebol, no Brasil, encontra um papel muito importante social, especialmente dentro de comunidades e na formação de jovens esportistas. Justamente por isso, são muitos os jogadores brasileiros que atuam em clubes de todo o mundo, dos mais famosos aos mais desconhecidos.

O Brasil desponta como um verdadeiro celeiro de atletas, o que também contribui para que sua seleção seja tão forte e tradicional no contexto esportivo.

No Brasil, o futebol é capaz de movimentar a economia e a cultura do país, independentemente da região. Crescem cada vez mais os espaços dedicados ao futebol, os clubes organizados e os itens colecionáveis por fãs de futebol.

Além disso, o ato de fazer uma aposta antes das partidas tem crescido, especialmente com a popularização e crescimento desse segmento.

Muito mais do que um esporte, ele representa um verdadeiro movimento econômico e cultural para todos os brasileiros.

A história da seleção e os motivos para sua fama

Desde a primeira participação na Copa do Mundo, a Seleção Brasileira acumula feitos e títulos memoráveis. Sua identidade de jogo é e sempre foi conhecida por um estilo ofensivo e por uma considerável habilidade individual de cada jogador. Não demorou muito para que ela se firmasse como uma seleção de muito prestígio e respeito em todo o mundo.

Muitos talentos ajudaram a consolidar essa história de sucesso, nomes como Pelé e Garrincha foram importantíssimos no passado. Hoje, nomes como Neymar e Vinícius Júnior ajudam a perpetuar este legado, ao mesmo tempo, em que a equipe teve que se adaptar às mudanças do futebol mundial e à constante evolução dos adversários. 

Além dos jogadores que citamos anteriormente, outros nomes fizeram história e ajudaram o Brasil a se tornar uma potência no mundo do futebol. Nos anos 90 e início dos anos 2000, Ronaldo e Rivaldo eram verdadeiros fenômenos – esse inclusive era o apelido de Ronaldo, Ronaldo Fenômeno.

Além deles, Ronaldinho Gaúcho e Kaká fizeram a diferença no esporte mundial, especialmente por seus dribles impressionantes e capacidades técnicas indiscutíveis.

A nova geração, incluindo Vinícius Júnior e Neymar, perpétua a promessa de manter o Brasil no topo, trazendo toda a habilidade indiscutível do futebol brasileiro. No entanto, apesar da perspectiva otimista, o Brasil não vence uma competição mundial desde 2002, quando venceu a Copa do Mundo em uma final emocionante.

 O papel crucial das equipes técnicas

O bom desempenho de uma seleção não é mérito somente de seus jogadores. Embora estes sejam os verdadeiros protagonistas do espetáculo do futebol, as equipes técnicas também possuem um papel muito significativo, especialmente por darem todo o suporte e as coordenadas estratégicas para que os jogadores possam jogar, em campo, o melhor futebol que podem oferecer.

Ao longo da história, vários nomes foram importantes nessa jornada, é o caso de Zagallo, Felipão e Tite, nomes bastante elogiados pelos torcedores e fãs de futebol no Brasil.

Conclusão: uma seleção que nasceu para fazer história

Embora não esteja nos seus melhores anos, é inegável que a seleção brasileira fez história desde o seu surgimento. Seus passes únicos, seus jogadores incomparáveis e seus feitos históricos em campo fazem com que ela ostente esse título e honre, a cada ano, o legado de maior seleção em todo o globo.

Para os brasileiros fãs de futebol, a esperança da conquista do hexacampeonato segue viva e repleta de expectativas. Quem sabe na próxima Copa este feito deixe de ser um sonho para tornar-se uma realidade.

 

 

Campo grande

Cidade da Copa comemora vitória do Brasil e classificação para as oitavas

Com emoção e sofrimento, campo-grandense acompanhou a Seleção Brasileira vencer o Japão com gol decisivo nos acréscimos do segundo tempo

29/06/2026 16h25

Campo-grandense torcendo pelo Brasil, em jogo contra o Japão, na Cidade da Copa

Campo-grandense torcendo pelo Brasil, em jogo contra o Japão, na Cidade da Copa GERSON OLIVEIRA

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Campo-grandenses comemoram a vitória do Brasil (2) x (1) Japão, em grande estilo, na Cidade da Copa, localizada na Esplanada Ferroviária - avenida Calógeras, Centro, em Campo Grande.

Com emoção e sofrimento, o brasileiro pôde acompanhar a Seleção Brasileira avançar para as oitavas de final e a volta do Japão para a casa.

O brasileiro já estava se preparando para enfrentar a prorrogação, mas, o coração quase ‘saiu pela boca’ quando a Seleção fez o gol decisivo (2x1), nos acréscimos do segundo tempo, faltando 47 segundos para acabar o jogo.

Assim que o árbitro apitou o fim da partida e confirmou a vitória brasileira, a festa tomou conta da Cidade da Copa em um mar de camisas verdes e amarelas.

A tensão deu lugar ao alívio e logo a comemoração tomou conta do espaço.

Agora, o Brasil vai enfrentar a Noruega ou Costa do Marfim no domingo (5). O adversário será decidido no jogo desta terça-feira (30), às 13h30min (horário de Mato Grosso do Sul).

A energia contagiante transformou a Cidade da Copa em um dos principais pontos de encontro dos campo-grandenses para assistir os jogos do Brasil na Copa do Mundo FIFA 2026.

O local transmite os jogos do Brasil, com telão de alta definição, banheiros, praça de alimentação e segurança reforçada na Esplanada Ferroviária.

Estima-se que 400 pessoas marcaram presença na partida Brasil x Japão. É a primeira vez que o local recebe grande quantidade de torcedores e, inclusive, o tempo quente deu uma “ajudadinha”.

Nos jogos anteriores (Brasil x Marrocos e Brasil x Haiti), o clima estava chuvoso e frio, portanto, muitas pessoas não compareceram a Cidade da Copa. Na partida Brasil x Escócia, a transmissão do jogo foi cancelada no local devido ao frio.

Com a classificação garantida, a torcida já se prepara para o próximo jogo, no domingo (5). A previsão é que a Cidade da Copa esteja lotada de torcedores, pois, o clima vai ser quente e de sol.

CIDADE DA COPA

Campo Grande ganhou um novo local para servir de ponto de encontro de torcedores: a Esplanada se tornou o palco oficial da torcida campo-grandense na Copa do Mundo 2026.

Pela primeira vez na história, a Esplanada Ferroviária se transformou em ‘Cidade da Copa’ e sedia a transmissão dos jogos da Seleção Brasileira para o público.

Nos dias de jogos do Brasil, espaço contará com telão de alta definição, banheiros, praça de alimentação e segurança reforçada. O espaço é gratuito e aberto ao público.

Após os jogos e durante os intervalos, atrações culturais, musicais e artistas tomarão conta do espaço.

O objetivo é reunir os apaixonados por futebol, torcer pela Seleção Brasileira e valorizar a Esplanada Ferroviária como um espaço acolhedor e de lazer.

A realização é da Prefeitura Municipal de Campo Grande (PMCG), por meio da Fundação Municipal do Esporte (Funesp), em parceria com o Ponto Bar.

Esportes

Brasil sofre, mas supera o Japão e sonho do hexa segue vivo

Casemiro e Gabriel Martinelli marcaram os dois gols que garantiram o Brasil na próxima fase da Copa do Mundo

29/06/2026 15h03

Casemiro comemora o gol marcado de cabeça e que abriu a virada sofrida que veio só no fim do jogo

Casemiro comemora o gol marcado de cabeça e que abriu a virada sofrida que veio só no fim do jogo

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Com gol de Gabriel Martinelli aos 51 minutos do segundo tempo, o Brasil virou sobre o Japão e conquistou a vaga para as aitavas de final da Copa do Mundo 2026 em jogo realizado na tarde desta segunda-feira nos Estados Unidos. 

O Brasil terminou a primera etapa perdendo. O gol japonês saiu aos 29 minutos, depois que o lateral direito Danilo errou passe no meio de campo. Sano interceptou a bola e disparou em contra-ataque, deixando Casemiro para trás. Na entrada da área, ele bateu cruzado, no canto, e não deu chances de defesa para o goleiro Alisson. 

Mas, aos 11 minutos da segunda etapa, após cruzamento de Gabriel Magalhães, Casemiro, que havia ficado para trás do atleta japonês que marcou o gol dos asiáticos, se redimiu e marcou de cabeça. 

Agora, o Brasil espera o vencedor entre Noruega e Costa do Margim, que jogam nesta terça-feira. O próximo jogo será às 16 horas (MS) do prócimo domingo. 

Perto do apito final da primeira etapa, Paquetá pediu para ser substituído. A mudança, porém, aconteceu só no intervalo, com a entrada de Endrick, que passou a pausa aquecendo no gramado. 

Ao deixar o gramado, Paquetá foi para o vestiário mancando e recebendo apoio dos companheiros. A saída se deu por causa de uma possível lesão no músculo posterior da coxa esquerda. 

Apesar da substituição acontecer apenas no intervalo, o meia sofreu uma pancada já no primeiro minuto da partida e ficou mancando por alguns segundos.

Com a saída de Paquetá e a entrada de Endrick, o Brasil ganhou sangue novo e voltou melhor. Logo aos seis minutos, Zion Suzuki precisou trabalhar em cabeçada de Bruno Guimarães. 

Na sequência, foi a vez do zagueiro Takehiro Tomiyasu tirar, em cima da linha, uma cabeçada de Casemiro. Se o defensor japonês fez um milagre, o volante conseguiu, de cabeça, empatar o jogo após cruzamento de Gabriel Magalhães, aos nove do segundo tempo. 

Com a partida parecendo que ia para a prorrogação, Gabriel Martinelli tocou no canto de Suzuki e correu para o abraço. O gol saiu já nos acréscimos, aos 51 do segundo tempo. 

O atacante do Arsenal aproveitou passe de Bruno Guimarães, e, de dentro da área, tocou sem chances para o goleiro japonês.

As substituições 
A primeira alteração foi forçada pela lesão de Paquetá, que deu lugar a Endrick. A alteração deixou o time mais ofensivo, com a saída de um meio-campista para a volta de um ataque com quatro jogadores. 

Já aos 20 da segunda etapa, Martinelli entrou na vaga de Matheus Cunha. O esquema seguiu o mesmo, mas com o atacante do Arsenal atuando mais centralizado ao lado de Endrick, função diferente da que costuma fazer como ponta.

Aos 45, foi a vez de Casemiro ser trocado por Fabinho. A mudança aconteceu com o volante deixando o gramado de maca e recebendo atendimento da equipe médica da Seleção Brasileira. Antes do apito final, Danilo Santos ainda entrou no lugar de Bruno Guimarães.

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