Esportes

SÉRIE D 2018

Rival de Corumbaense contrata atacante que deixou prisão há dez dias

Rival de Corumbaense contrata atacante que deixou prisão há dez dias

CORREIO BRAZILIENSE

08/05/2018 - 18h33
Continue lendo...

Dez dias depois de deixar a cadeia, em Paranã, no interior do Tocantins, Jobson, de 30 anos, planeja mais um recomeço na carreira. O destino preferido do atacante paraense de 30 anos é o Distrito Federal. Especificamente, o Brasiliense. O clube que ele defendeu de 2007 a 2009 topou recuperar o homem, dar mais uma chance ao polêmico jogador. Ele disputará a Série D do Campeonato Brasileiro. No clube candango, Jobson foi bicampeão local em 2007 e em 2008.

O clube de Brasília está no Grupo A10 do Campeonato Brasileiro da Série D, mesma chave do Corumbaense (MS).

Conversei por telefone com Jobson no sábado. Ele estava em Conceição do Araguaia (PA). Questionado sobre o possível retorno ao futebol, ele respondeu sem suspense. “Vou para Brasília, treinar por aí. Talvez, no Jacaré. Estou bem feliz”, disse em entrevista exclusiva ao blog, usando carinhosamente o apelido do Brasiliense. A última partida oficial de Jobson foi em 18 de abril de 2015, na vitória por 2 x 1 sobre o Fluminense no tempo normal e por 9 x 8 nos pênaltis nas semifinais do Campeonato Carioca. O último gol, em 15 de março de 2015 na goleada por 3 x 0 sobre o Resende. O técnico alvinegro na época era René Simões.

Jobson também era desejado pelo Remo-PA, da Série C. O atacante disse que conseguiu acompanhar alguns jogos do Brasiliense na Série D do Campeonato Brasileiro e do Botafogo, onde conquistou a Taça Guanabara em 2015. Porém, evitou entrar em detalhes.

Uma outra pessoa muito próxima de Jobson confirmou no domingo o namoro com o Brasiliense. Ele disse que teria novidades em breve sobre o atacante. Questionado se havia negociação com o atual vice-campeão candango, confirmou que o jogador negociava com alguns clubes, “entre eles, o Brasiliense”. Afirmou ainda que, se Jobson viesse para Brasília, não seria tão somente para entrar em forma, mas “se condicionar para jogar”.

Em entrevista na manhã desta terça, o gerente de futebol do Brasiliense, Paulo Henrique Lorenzo, confirmou a apuração e acrescentou que o jogador não chegará para se condicionar fisicamente, mas para vestir a camisa amarela na sequência da Série D do Campeonato Brasileiro. Segundo ele, o contrato está fechado e o jogador é esperado no DF para começar a trabalhar.  Animado Jobson  disse blog que chegaria nesta terça.

No Distrito Federal, Jobson defendeu Brasiliense e Santa Maria. Na sequência, jogou no Jeju United, da Coreia do Sul, Botafogo, Atlético-MG, Bahia, Grêmio Barueri, São Caetano e Al-Ittihad, da Arábia Saudita.

No último dia 27, Jobson deixou a cadeia, em Paraná, no interior do Tocantins. Ele estava preso preventivamente sob acusação de ter participado do estupro de mulheres menores de idade durante uma festa em 2016. Antes de ser suspeito de estupro, o ex-atacante do Botafogo havia sido punido pelo uso de drogas como cocaína e crack.

O jogador estava suspenso do futebol profissional até março deste ano por doping. Antes de ser preso, chegou a jogar em um time de futebol amador e foi suspenso da competição disputada em Conceição do Araguaia (PA) por ter agredido o árbitro e um adversário.

Revés

F-1: Bortoleto admite frustração com eliminação no Q1 do grid para GP do Azerbaijão

Resultado marcou a primeira vez que os dois carros da Audi foram eliminados simultaneamente na primeira fase de uma classificação

25/09/2026 14h00

Gabriel Bortoleto, piloto brasileiro da Audi

Gabriel Bortoleto, piloto brasileiro da Audi Foto: Reprodução

Continue Lendo...

Gabriel Bortoleto teve uma sexta-feira para esquecer no GP do Azerbaijão. O brasileiro foi eliminado no Q1 do treino classificatório, ao registrar o 17º melhor tempo, e viu o companheiro de equipe, Nico Hülkenberg terminar logo atrás. O resultado marcou a primeira vez que os dois carros da Audi foram eliminados simultaneamente na primeira fase de uma classificação na temporada.

Se nos treinos livres ele conseguiu figurar próximo dos dez primeiros mais rápidos, no qualy a situação foi diferente. E este novo panorama aconteceu mesmo com a equipe levando um grande pacote de atualizações aerodinâmicas para a etapa do Azerbaijão.

"Muito estranho. Não sei o que está acontecendo. Achei que a atualização fosse funcionar, mas não sei se as outras equipes também trouxeram algo novo ou se o problema está na pista", afirmou o piloto tentando achar algo que justificasse o rendimento abaixo do esperado.

Sobre a eliminação dos dois carros no Q1, ele não conseguiu achar uma explicação para a performance apresentada no Circuito de Baku. "Estávamos sempre à beira de sermos eliminados no Q1. Não esperava que isso acontecesse neste ano (a saída precoce dos dois carros no qualy). É a primeira vez que não temos ritmo", afirmou.

Na classificação do Mundial de pilotos, que é liderada com folga pelo italiano Kimi Antonelli, da Mercedes, com 292 pontos, Bortoleto figura na 14ª colocação, com dez pontos. Hülkenberg vem logo atrás, ocupa o 15º lugar e soma sete pontos.

Sobre a corrida deste sábado, ele prevê dificuldades. "Nosso ritmo infelizmente não é dos melhores, mas não quero falar que é impossível. Acho que temos de tentar fazer uma boa corrida", afirmou o piloto brasileiro.

Novo ciclo

Brasil reinicia caminhada pelo hexa com amistoso contra Austrália

Seleção terá outro jogo com os anfitriões e mais um contra a Índia

24/09/2026 23h00

Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Continue Lendo...

Oitenta e dois dias. Esse é o intervalo entre a eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da última Copa do Mundo, e o primeiro compromisso do ciclo rumo ao próximo Mundial, na Espanha, em Portugal, no Marrocos, na Argentina, no Uruguai e no Paraguai.

A caminhada rumo à sexta estrela recomeça nesta sexta-feira (25), na Austrália, em amistoso contra a seleção da casa. A bola rola às 7h (horário de Brasília), no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville.

O técnico Carlo Ancelotti não fez mistério e confirmou a equipe titular deste que é o primeiro de uma sequência de três amistosos. Além da partida desta sexta, o Brasil faz outro jogo diante dos australianos na terça-feira (7), em Brisbane, no Suncorp Stadium, novamente às 7h. No dia 3 de outubro, os brasileiros visitam a Índia no Salt Lake Stadium, em Calcutá, a partir das 11h.

A seleção canarinho inicia o ciclo rumo à Copa de 2030 com Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis e Douglas Santos; Danilo e Bruno Guimarães; Raphinha, Estêvão, Endrick e Vinicius Junior. Sete deles estiveram no Mundial deste ano, realizado nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

As exceções são o goleiro Hugo Souza, o atacante Estêvão, o lateral-direito Matheuzinho e o zagueiro Vitor Reis. Os dois últimos, respectivamente defensores de Corinthians e Manchester City (Inglaterra), terão a primeira chance de vestir a camisa da seleção masculina principal.

Mais oito jogadores podem estrear pelo Brasil nesta sexta: os goleiros Pedro Morisco e Otávio, os zagueiros Arthur Dias e Jair, o lateral-esquerdo Mauro Júnior, o meia Gabriel Bontempo e os volantes Breno Bidon e Martinelli. Próximo de fazer 25 anos, este último é segundo o mais velho entre os novatos da convocação, atrás somente de Matheuzinho (26 anos).

"Não é que começamos um novo trabalho, continuamos o trabalho feito até um ano e tentando melhorar. O grupo é bom, temos jovens de qualidade. Acho que esses jogos aqui na Austrália são muito boas oportunidades para os jovens que temos aqui", disse Ancelotti, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (24), em Townsville.

"Temos o objetivo de achar novos jogadores, uma nova geração para as próximas Copa do Mundo e Copa América", concluiu o técnico, repetindo o discurso adotado após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos), que eliminou o Brasil do Mundial, sacramentando a pior campanha desde 1990.

O Brasil tem ampla vantagem em jogos contra a Austrália. São seis vitórias, um empate (sem gols) e uma derrota por 1 a 0, na disputa pelo terceiro lugar da Copa das Confederações de 2001, em Ulsan (Coreia do Sul). Em edição anterior do torneio, na Arábia Saudita, em 1997, as seleções decidiram o título e teve goleada brasileira por 6 a 0 em Riad. Na ocasião, os atacantes Ronaldo e Romário fizeram três gols cada.

A última vez em que os dois países se encontraram foi no dia 13 de junho de 2017, também na Austrália. Em Melbourne, o Brasil venceu por 4 a 0, com o zagueiro Thiago Silva e os atacantes Taison e Diego Souza (duas vezes) balançando as redes. O primeiro gol dele, aos dez segundos de jogo, é o mais rápido da história da seleção canarinho.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).