Alerta ligado

Alerta para a Terra: expansão do Sol vai mudar para sempre o destino do nosso planeta

Estrela acabará se expandindo até atingir o estágio chamado de gigante vermelha

Com o passar do tempo, a luminosidade do Sol crescerá, e a estrela acabará se expandindo até atingir o estágio chamado de gigante vermelha. Como consequência, a temperatura terrestre sofrerá mudanças intensas que colocarão em risco a manutenção da vida no planeta. Projeções mais precisas ajudam a estimar como esse ciclo natural das estrelas afetará especificamente o Sistema Solar.

Ao longo dos próximos bilhões de anos, a energia irradiada pelo Sol crescerá pouco a pouco, fazendo a superfície da Terra esquentar e desestabilizando o equilíbrio entre atmosfera e oceanos. O esgotamento do combustível nuclear no núcleo solar desencadeará mudanças em sua estrutura, fazendo a estrela se expandir e interferindo nas órbitas dos planetas próximos.

Quando chegar à fase de gigante vermelha, o Sol poderá alcançar as regiões ocupadas pelos planetas mais próximos, modificando a dinâmica orbital desses corpos.

Como a expansão solar afetará a Terra

Nesse estágio, o raio do Sol aumentará significativamente e poderá alcançar regiões hoje ocupadas pelos planetas mais próximos. A temperatura de sua superfície diminuirá, mas a luminosidade total crescerá, liberando energia que modificará as atmosferas e as superfícies dos corpos em órbita.

A permanência da Terra em órbita dependerá da relação entre a expansão solar e as mudanças na massa do Sol. À medida que perder massa, a estrela exercerá menos influência gravitacional, o que pode afastar as órbitas planetárias. Como esses dois fenômenos — perda de massa e expansão — acontecerão simultaneamente, será o equilíbrio entre eles que definirá o que acontecerá com a Terra.

Mesmo antes de o Sol chegar à fase de gigante vermelha, a energia solar crescente já será suficiente para evaporar os oceanos terrestres. O processo intensificará o efeito estufa: o vapor d'água acumulado na atmosfera deixará o planeta ainda mais quente, dissociará moléculas de água e permitirá que o hidrogênio escape para o espaço.

Como resultado, a quantidade de água disponível diminuirá progressivamente até desaparecer por completo.

 

Observações de outros mundos oferecem pistas

Cientistas estudam sistemas planetários distantes para compreender o que ocorre quando estrelas semelhantes ao Sol chegam aos estágios finais de sua vida. O Telescópio Espacial James Webb, fruto de uma colaboração internacional liderada pela NASA, permite investigar exoplanetas em órbita de estrelas em diferentes fases evolutivas. Esses dados oferecem referências valiosas para modelos do Sistema Solar.

A pesquisa examina fatores como distância inicial entre planeta e estrela, migração orbital e perda de massa estelar — variáveis que determinam quais corpos permanecerão em órbita após a transformação solar.

Dados sobre exoplanetas que resistem em órbitas externas, perda de massa em estrelas envelhecidas e radiação de remanescentes estelares alimentam os modelos científicos que projetam o futuro do nosso Sistema Solar.

Curiosidades

Cachorro come R$ 20 mil em dinheiro, e o que os donos fizeram surpreende

Casal tinha acabado de sacar o dinheiro para pagar reparos doméstico.

10/10/2026 16h00

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Um goldendoodle de 7 anos destruiu 4 mil dólares em espécie na casa de seus donos, na Pensilvânia, e o casal recorreu a um método para recuperar parte do dinheiro.

Carrie e Clayton Law tinham acabado de sacar o dinheiro para pagar reparos domésticos. No dia 8 de dezembro, o cão, chamado Cecil, subiu na bancada da cozinha e rasgou as notas em pedaços. O animal pesa 45 quilos, nunca havia subido em móveis e ficou parado entre os fragmentos espalhados pelo chão.

Antes de lamentar o dinheiro perdido, o casal verificou se Cecil tinha algum problema de saúde depois de engolir parte das cédulas.

Reconstrução peça por peça

Depois que o veterinário confirmou que o porte do cachorro afastava riscos mais sérios, o casal começou a resgatar o que sobrou das notas. Eles passaram dias vasculhando a casa com luvas, máscaras e sacos plásticos para recolher cada fragmento deixado pelo cão.

Depois de recolher os pedaços, eles lavavam cada fragmento várias vezes com água e sabão, deixavam secar e remontavam as notas com fita adesiva, como um quebra-cabeça. Eles precisavam fazer isso porque instituições financeiras só trocam cédulas danificadas quando mais da metade do papel está preservada e o número de série continua visível nos dois lados.

O valor que o banco devolveu

Depois de reunir e colar os pedaços possíveis, o casal levou tudo embalado em sacos à agência bancária para pedir a troca. A instituição aceitou trocar 3.550 dólares por notas novas, e a perda final ficou em torno de 450 dólares dos 4 mil originais.

O casal não descartou os fragmentos que não puderam ser reconstruídos o suficiente para a troca. Carrie e Clayton Law decidiram emoldurar os restos das cédulas destruídas e guardá-los como lembrança permanente na parede de casa.

Engenharia

Parece impossível: a maior ponte do mundo se estende por 164 km sobre áreas alagadas

Foi reconhecida pelo Guinness como a mais longa do planeta.

10/10/2026 14h38

Foto: Madzery Ma/Pexels

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<p>A Ponte Danyang-Kunshan, na China, estende-se por 164 quilômetros sobre uma região de rios, canais, lagos e áreas alagadas. Reconhecida pelo Guinness World Records como a mais longa do planeta. A estrutura funciona como um sistema elevado que permite aos trens de alta velocidade atravessar essas áreas sem depender das condições instáveis do solo.</p>


<p>Construída para a ferrovia Pequim-Xangai, a megaestrutura entrou em operação em junho de 2011, como parte da expansão da rede ferroviária chinesa. Com 164 quilômetros, ela supera a distância entre São Paulo e Campinas, uma comparação que ajuda a visualizar a escala do projeto que transformou um obstáculo natural em infraestrutura funcional.</p>


<h2>O desafio de construir sobre água e solo instável</h2>


<p>Ao planejar a linha Jinghu, também conhecida como Pequim-Xangai, os engenheiros encontraram um terreno complexo, onde construir diretamente sobre o solo seria impraticável. Rios, canais e áreas alagadas impediriam a implantação tradicional dos trilhos. Por isso, a solução foi elevar toda a ferrovia acima dessas zonas críticas.</p>


<p>Uma das seções mais exigentes fica sobre o Lago Yangcheng, perto de Suzhou, onde a estrutura precisou manter estabilidade enquanto distribuía o peso de trens em movimento sobre grandes extensões de água.</p>


<p>Em vez de uma única ponte suspensa monumental, a Danyang-Kunshan é formada por uma sequência de viadutos e vãos apoiados em pilares. Essa configuração distribui as cargas ao longo de todo o percurso e permite que a ferrovia atravesse terrenos de características diferentes sem comprometer a segurança operacional.</p>


<h2>Um sistema de mobilidade, não apenas uma ponte</h2>


<p>Embora frequentemente descrita como uma única estrutura colossal, a Danyang-Kunshan reúne múltiplas estruturas integradas. Essa configuração permite que os trens de alta velocidade mantenham um traçado regular e previsível, essencial para operações seguras e eficientes nesse corredor. Na mesma ferrovia Pequim-Xangai situa-se o viaduto Langfang-Qingxian, com 114 quilômetros, também reconhecido pelo Guinness como a segunda ponte mais longa do mundo.</p>


<p>Juntas, essas duas estruturas mostram como a engenharia moderna transforma lagos, rios e terrenos instáveis em partes funcionais de rotas de transporte de alta capacidade. O tamanho das pontes, portanto, não é apenas uma curiosidade, mas uma solução para um problema geográfico real.</p>
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