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10 empresas famosas que não abandonaram a Rússia

Por Letícia Bonfante
09/11/2025
Créditos: Shutterstock

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Desde a invasão da Ucrânia em 2022, diversas empresas internacionais anunciaram a suspensão ou o encerramento de suas atividades na Rússia, em resposta às sanções econômicas impostas por países ocidentais.

No entanto, em 2025, algumas corporações de grande porte continuam operando no país, sustentando uma presença que levanta debates sobre ética empresarial, responsabilidade social e interesses econômicos. Essas empresas afirmam enfrentar barreiras legais e dificuldades para encerrar contratos e manter empregos locais.

Créditos: Shutterstock

As empresas que decidiram permanecer

Entre as companhias que continuam ativas na Rússia estão nomes conhecidos em diferentes setores da economia global. Apesar das críticas e da pressão internacional, elas seguem produzindo, distribuindo ou prestando serviços, ainda que com operações reduzidas em alguns casos. As 10 empresas famosas que não abandonaram o mercado russo são:

  1. Caterpillar – fabricante norte-americana de equipamentos e máquinas pesadas.
  2. Mondelez International – dona de marcas como Oreo, Milka e Trident, mantém produção de alimentos.
  3. Otis Worldwide – empresa especializada em elevadores e escadas rolantes.
  4. Coty – multinacional do setor de cosméticos e fragrâncias.
  5. PepsiCo – segue vendendo alimentos e bebidas essenciais, apesar da suspensão de publicidade.
  6. Philip Morris International – mantém suas fábricas de cigarros em funcionamento.
  7. Ferrari – atua de forma limitada, atendendo a um público restrito no país.
  8. Pirelli – fabricante italiana de pneus que mantém operações industriais.
  9. Unilever – continua produzindo itens de higiene e alimentação considerados essenciais.
  10. Nestlé – preserva a comercialização de produtos básicos, mesmo com investimentos suspensos.

As decisões de permanecer em território russo, contudo, têm impacto direto na reputação dessas marcas no cenário internacional. Elas enfrentam críticas de consumidores e investidores que defendem o isolamento econômico do país. Mesmo assim, deixar o mercado russo implicaria perdas bilionárias e ruptura de cadeias produtivas.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Letícia Bonfante

Letícia Bonfante

Redatora especializada em conteúdo para web, domina assuntos como música, finanças e entretenimento.

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