Conforme o Governo Federal, no início de 2026 foram registrados 57,8 milhões de brasileiros utilizando a tecnologia 5G. No entanto, a tendência é que um novo projeto modernize a forma como as pessoas têm acesso à internet no Brasil. Isso porque o país sul-americano está prestes a anunciar um investimento de R$ 104 milhões voltados ao desenvolvimento do 6G, Inteligência Artificial (IA) e computação em nuvem.
Na prática, o montante foi liberado por meio do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) e será executado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD). Em resumo, a ação tem o objetivo de preparar o Brasil para a próxima geração de conectividade, mesmo antes de estar comercialmente disponível para os habitantes.
“O Funttel é um instrumento estratégico e de fundamental importância para viabilizar projetos estruturantes… O CPQD vem atuando como parceiro do Estado brasileiro no desenvolvimento de tecnologias que impulsionam o avanço do país, ampliam a competitividade do mercado nacional e contribuem para o desenvolvimento sustentável e o bem-estar da sociedade”, afirma o presidente do CPQD, Sebastião Sahão Junior.
Embora a movimentação tenha ligado o sinal de alerta dos brasileiros, é válido destacar que o projeto tem duração estimada entre 2026 e 2028. Para uma melhor compreensão, esse mecanismo não significa que a sexta geração será introduzida no país, apenas que a sociedade não fique atrasada em comparação com as demais quando o 6G for liberado mundialmente.
Mais detalhes sobre o projeto
Com o montante autorizado, os especialistas intensificarão os projetos em função do acesso a melhores conectividades para os brasileiros. Na prática, entre as principais metas estão as soluções baseadas em inteligência artificial, infraestrutura de redes 6G, computação em nuvem, segurança digital e aplicações como telemedicina.
No geral, o intuito é integrar essas áreas para criar sistemas mais eficientes, seguros e preparados para lidar com o aumento da demanda. Porém, é importante salientar que parcela dos investimentos vai ser realocada para a produção de ferramentas que possam ser utilizadas por operadoras e empresas de tecnologia.


