No Brasil, o 5G permanece colaborando para a distribuição de internet de forma prática e até 100 vezes mais rápida que o 4G. Embora o modelo atual seja compatível com a necessidade da grande maioria da população, uma outra tecnologia promete revolucionar a conectividade. A ideia dos engenheiros é colocar em evidência um sistema operacional de primeiro mundo.
Conforme o planejamento inicial, o lançamento comercial da tecnologia 6G está previsto somente para 2030. Porém, algumas previsões mais otimistas da indústria, como as da Qualcomm, indicam que os primeiros modelos estarão disponíveis já em 2028. Na prática, a sexta geração promete ser entre 50 e 100 vezes mais veloz que o 5G.
Em outras palavras, enquanto a geração atual oferece velocidade máxima de cerca de 10 Gbps, a sexta pode chegar a 1 terabyte por segundo (1.000 Gbps). Isso significa que os usuários poderão realizar downloads quase instantâneos de arquivos gigantescos, além das transmissões de vídeo em qualidade nunca antes vista.
Por sua vez, além da velocidade, o 6G carregará uma inovação ainda mais significativa: inteligência artificial nativa na rede. Para uma melhor compreensão, o próprio sistema poderá gerenciar tráfego de dados, otimizar conexões e até tomar decisões em tempo real para aplicações críticas, como carros autônomos, cirurgias remotas e cidades inteligentes.
Mais detalhes sobre a internet
Para aqueles que buscam maior conectividade, o próximo lançamento tende a potencializar os serviços. Isso porque, com o 6G, trilhões de dispositivos poderão estar conectados simultaneamente, incluindo sensores em casas, empresas, veículos e espaços públicos. O mecanismo vai permitir desde o monitoramento ambiental em tempo real até o gerenciamento eficiente de energia e transporte urbano.
Em continuidade, a sexta geração também integrará comunicação via satélite, dinamizando o alcance da internet de alta velocidade para regiões remotas, que nos dias atuais se deparam com cenários de baixa conectividade. Portanto, novos estudos estão sendo traçados para reduzir a desigualdade digital, levando acesso rápido e confiável a áreas antes isoladas.





