As trajetórias financeiras de Rubens Barrichello e Nelson Piquet mostram caminhos distintos após o sucesso nas pistas. Enquanto Rubinho consolidou ganhos por meio de parcerias comerciais e presença constante no automobilismo, o tricampeão mundial de Fórmula 1 ampliou patrimônio com forte atuação empresarial fora do meio esportivo.
Rubinho mantém uma fonte relevante de renda por meio de contratos publicitários e ações de marketing esportivo. Entre as principais parcerias ativas estão Postos ALE, Mobil, Audi, Graal e Remessa Online. Esses acordos envolvem desde patrocínios em competições até campanhas publicitárias e presença em eventos, garantindo receita contínua e visibilidade ao ex-piloto da F1.

Além dessas marcas, o antigo competidor da Ferrari também acumula outras colaborações no mercado, ampliando sua atuação como embaixador e figura comercial. Esse modelo de ganhos é comum entre ex-pilotos, que aproveitam a imagem consolidada para manter relevância e retorno financeiro mesmo após terem atingido o auge nas corridas. Por outro lado, Nelson Piquet construiu uma base financeira sólida ao investir no setor empresarial.
Rubinho e Piquet tomaram decisões diferentes para a carreira
Em 1994, fundou a Autotrac, empresa voltada à gestão de frotas e rastreamento. Em poucos anos, o negócio alcançou faturamento expressivo, chegando a R$ 121 milhões em 2001 e consolidando liderança no mercado nacional, com alta participação e crescimento consistente mo mercado. “Como empresário, obtive mais sucesso que como corredor. É possível controlar tudo de dentro do escritório”, declarou Piquet.
A comparação evidencia estratégias diferentes: Barrichello segue ligado ao marketing esportivo e à exposição de marca, enquanto Piquet encontrou no empreendedorismo uma fonte mais robusta de riqueza. O próprio tricampeão já afirmou que os ganhos como empresário superaram os obtidos na Fórmula 1, destacando o impacto das decisões fora das pistas na construção de patrimônio.




