A Copa do Mundo de 2026 já movimenta cifras bilionárias antes mesmo da definição do campeão. Enquanto a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) projeta arrecadar até R$ 1,25 bilhão entre patrocínios e premiações, a FIFA deve faturar valores muito superiores, consolidando o Mundial como um dos eventos esportivos mais lucrativos do planeta.
A CBF chega ao torneio vivendo um momento de recuperação financeira. A entidade reúne atualmente 12 patrocinadores e estima receitas próximas de R$ 1 bilhão apenas com acordos comerciais. Empresas como Amazon, Google, Uber, Volkswagen, Nike, Itaú e Ambev fazem parte da carteira de parceiros da Seleção Brasileira, que ampliou seu valor de mercado e sua presença digital nos últimos meses.

Além dos patrocínios, a participação do Brasil na Copa garante uma premiação mínima paga pela FIFA. Caso a Seleção Brasileira conquiste o hexacampeonato, a CBF receberá US$ 50 milhões, valor equivalente a aproximadamente R$ 251 milhões na cotação atual. Somando os recursos comerciais e as premiações esportivas, a arrecadação total pode atingir cerca de R$ 1,25 bilhão ao longo do ciclo do Mundial.
FIFA vai ganhar fortuna durante a Copa do Mundo
Mesmo assim, os números da CBF ficam distantes da realidade financeira da FIFA. A entidade máxima do futebol mundial concentra receitas provenientes de direitos de transmissão, contratos globais de patrocínio, licenciamento de marcas e exploração comercial do torneio. Apenas em premiações, a FIFA distribuirá US$ 655 milhões às 48 seleções participantes, valor que representa apenas uma parcela do faturamento total gerado pela competição.
A expansão da Copa para 48 seleções também ampliou o potencial de receitas do torneio. Com mais partidas, maior audiência e novos mercados envolvidos, a FIFA fortalece ainda mais seu poder econômico, enquanto federações como a CBF aproveitam o evento para aumentar receitas e investir no desenvolvimento do futebol.

