Considerado um dos grandes nomes da ciência, Isaac Newton deixou legado imensurável no campo da física, motivo que auxiliou no entendimento de vários fenômenos. Porém, sua empreitada culminou também em estudos acerca da teologia e da interpretação de textos bíblicos. Embora nenhum dado tenha sido confirmado, o astrônomo declarou a volta de Jesus Cristo para o ano de 2060.
Dentre todas as questões levantadas sobre a humanidade, o retorno da figura central no cristianismo à Terra gera debates intermitentes por todo o mundo. Em análise minuciosa das profecias do Livro de Daniel, Newton identificou a possibilidade do arrebatamento estar previsto nos anos subsequentes. Isso porque ao longo do século XVII debruçou-se diante da compreensão das escrituras bíblicas.

Em sua ótica, todo o texto presente no livro estava codificado, motivo que o levou a elaborar cálculos com base nas passagens proféticas. Em Daniel, o físico se atentou à frase: “tempo, tempos e metade de um tempo”. Para o cientista, tal referência simbolizava um período de 1.260 anos, o que levou a retornar no tempo e iniciar a contagem em 800 d.C. (Depois de Cristo).
O que Newton entendia sobre a volta de Jesus?
Ao contrário do que a imprensa internacional sugeriu em 2003, quando os estudos do físico e matemático foram descobertos, Newton não trata 2060 como um presságio destrutivo. Na visão do cientista a data em questão marcará a volta de Jesus Cristo, tratando o período como uma transição, com o potencial fechamento de um ciclo e o surgimento de novos paradigmas espirituais.
Por ter conciliado duas vertentes contrárias (ciência e religião), Isaac mostrou que há espaço para a discussão amigável a fim de entender os mistérios da vida. No entanto, mesmo com suas contribuições humanitárias, é imprescindível estabelecer um ano preciso para que a divindade celestial retorne ao plano terrestre.





