Os aplicativos de mobilidade transformaram a forma como milhões de pessoas se deslocam nas cidades brasileiras. No entanto, junto com a popularização do serviço, surgiram conflitos entre motoristas e passageiros, especialmente em situações envolvendo a tentativa de pagar corridas depois do término da viagem.
Nos últimos meses, circularam informações falsas afirmando que a Uber permitiria ao passageiro “pagar depois”, deixando o valor da corrida pendente para uma próxima utilização.
A empresa negou essa possibilidade e informou, por meio de nota, que não existe autorização para quitação futura combinada diretamente entre usuário e motorista. O pagamento deve ser concluído conforme o método selecionado no aplicativo antes do início da corrida.

Uber esclarece que não existe pagamento fiado
Segundo a empresa, quando um passageiro não efetua o pagamento, o valor é registrado como débito em sua conta. Enquanto a pendência não for quitada, o usuário pode ter o acesso ao aplicativo bloqueado, impedindo novas solicitações de corridas. Nesses casos, o motorista deve informar a ocorrência à plataforma para que as providências sejam adotadas.
Uma prática recorrente envolve passageiros que escolhem pagamento em dinheiro e, ao final da corrida, alegam não ter troco adequado. Diante da negativa do motorista, o usuário sugere pagar em outra ocasião, afirmando que a Uber garantirá o repasse. Essa abordagem não é reconhecida pela empresa e deixa o condutor sem o valor da viagem.
Para reduzir conflitos, a Uber passou a disponibilizar uma funcionalidade que permite ao motorista registrar valores de troco como crédito dentro da plataforma. A opção é facultativa e exclusiva para os condutores, funcionando como alternativa para situações específicas.





