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Após quase 90 anos, fabricante de brinquedos que marcou a infância dos brasileiros entra em recuperação judicial

Por Isabelle LC
21/05/2026
Após quase 90 anos, fabricante de brinquedos que marcou a infância dos brasileiros entra em recuperação judicial

Créditos: Jerry Wang / Unsplash

A fabricante de brinquedos Estrela entrou com pedido de recuperação judicial após enfrentar dificuldades financeiras nos últimos anos. A empresa informou que busca reorganizar o passivo do grupo diante do cenário econômico atual. Mesmo com o processo, as operações industriais e comerciais serão mantidas normalmente.

Fundada em 1937, a companhia se tornou uma das marcas mais conhecidas da indústria nacional de brinquedos. Ao longo de décadas, participou diretamente da infância de diferentes gerações de brasileiros. A trajetória da empresa atravessou mudanças profundas no mercado de entretenimento infantil.

Segundo comunicado divulgado ao mercado, fatores como juros elevados e crédito mais restrito afetaram o desempenho da fabricante. Além disso, o avanço de plataformas digitais e jogos online alterou o comportamento das crianças. O novo cenário aumentou a pressão sobre empresas tradicionais do setor.

Créditos: Divulgação Estrela

Brinquedos marcaram gerações no Brasil

A Estrela começou suas atividades produzindo bonecas de pano e carrinhos de madeira. Com o passar dos anos, a companhia ampliou o catálogo e consolidou produtos que viraram referência nacional. Em 1944, tornou-se uma das primeiras empresas brasileiras a abrir capital.

Entre os brinquedos mais conhecidos estão Banco Imobiliário, Autorama e Genius. A marca também ficou popular com produtos como Falcon, Comandos em Ação, Susi e Ferrorama. Muitos desses itens permaneceram presentes nas lojas durante décadas.

A fabricante ainda investiu em brinquedos licenciados ligados à televisão, cultura pop e influenciadores digitais. Nos anos 2000 e 2010, a empresa tentou modernizar clássicos incorporando recursos tecnológicos. A estratégia buscava aproximar os produtos do novo perfil das crianças brasileiras.

Mesmo apostando em inovação, a companhia encontrou obstáculos para competir com brinquedos importados de baixo custo. O crescimento dos jogos digitais e das redes sociais também reduziu o espaço dos brinquedos tradicionais. A mudança de hábitos afetou diretamente o setor nos últimos anos.

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Isabelle LC

Isabelle LC

Publicitária formada pela Satc (Santa Catarina), também é escritora, redatora e roteirista. Possui experiência em setores de marketing e agências publicitárias. Também é autora de poesias e do livro “para o que não foi amor, o que foi e o que quase”, publicado pela Editora Invicta.

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