O Governo Federal pretende realizar um excelente ajuste para quem recebe o benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), exclusivamente acima do salário-mínimo. O Projeto de Lei Orçamentária de 2026 (PLOA) prevê um aumento de 4,66% por conta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
A porcentual é somente uma projeção. O Governo Federal tende a divulgar o valor oficial na próxima semana, no dia 09 de janeiro. Por enquanto, então, a expectativa é de que quem recebe, atualmente, o teto do INSS de R$ 8.157,41 passa a embolsar cerca de R$ 8.537,55. O cálculo do PLOA tem base nas projeções da Secretaria de Política Econômica (SPE).
De acordo com as informações, o número de beneficiários com o ajuste é de quase 40 milhões, cada qual em sua respectiva faixa. O valor de R$ 8.537,55, por exemplo, é aplicável a um determinado caso. Uma outra parcela terá o reajuste com base no salário-mínimo, que está em R$ 1.631 para este ano.
As definições, no entanto, dependem do decreto presidencial e da apuração realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até lá, os valores e estimativas adiantam para os beneficiários se adiantarem em relação à organização. Aliás, os reajustes, dificilmente, serão muito diferentes dos calculados pelo SPE.
Mudanças nas regras do INSS
A partir deste ano, o Governo Federal estabeleceu algumas novas medidas para o INSS. Entre elas, está o aumento da idade mínima e da pontuação em busca da aposentadoria. Inclusive, quem contribuía antes da reforma, também está enquadrado no sistema atualizado.
Para 2026, as mulheres precisam ter 59 anos e seis meses, enquanto os homens, 64 anos e seis meses. Em relação à pontuação, agora, as mulheres têm de atingir 93. Já os homens, 103. O tempo mínimo, no entanto, segue de 30 anos para mulheres e 35 aos homens.





