O Brasil se consolidou como potência global em mobilidade aérea, com três cidades entre as dez maiores frotas de helicópteros do mundo. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), São Paulo lidera o ranking mundial, seguida pelo Rio de Janeiro na quarta posição e Belo Horizonte em sexto lugar. No total, o país possui mais de 2 mil helicópteros registrados, o que o coloca à frente de metrópoles como Nova York, Tóquio e Londres.
Estrutura aérea e logística corporativa
O destaque de São Paulo não é apenas pela quantidade de aeronaves, mas pela infraestrutura única voltada à operação de helicópteros. É a única cidade do mundo com um sistema exclusivo de controle de tráfego aéreo para esse tipo de transporte.
Implementado pela Força Aérea Brasileira, o modelo garante segurança e fluidez em uma malha que conecta centenas de helipontos distribuídos entre áreas empresariais, aeroportos e centros urbanos.
No ranking mundial, São Paulo aparece em 1º lugar, seguida por Nova York (2º), Tóquio (3º), Rio de Janeiro (4º), Londres (5º), Belo Horizonte (6º), Santiago (7º), Cidade do México (8º), Bogotá (9º) e Pequim (10º). O protagonismo brasileiro mostra a relevância do país na aviação executiva, tanto pelo volume de operações quanto pela capacidade técnica e regulatória.
O setor de aviação executiva também segue em crescimento no Brasil. Um levantamento da Mordor Intelligence (2024) aponta que o mercado nacional, avaliado em US$ 640 milhões, deve alcançar US$ 1,31 bilhão até 2029. O número de aeronaves executivas deve ultrapassar 10 mil até 2025, reforçando o papel do país como principal polo da América Latina nesse segmento.

