O desejo de manter a pele bronzeada leva muitas pessoas a recorrerem a métodos caseiros de bronzeamento, mesmo fora do verão ou em dias frios. Essa prática, no entanto, apresenta riscos significativos à saúde, incluindo queimaduras, envelhecimento precoce e aumento das chances de câncer de pele.
Dermatologistas alertam que qualquer bronzeado é, em si, uma resposta do corpo a danos causados pela radiação solar. Técnicas como aplicação de óleos, uso de fita isolante para criar marcas de biquíni ou métodos que prometem acelerar o bronzeamento são prejudiciais.
Perigos do bronzeamento artificial e cuidados essenciais
O uso de câmaras de bronzeamento artificial, proibidas pela Anvisa, também representa risco elevado. Esses aparelhos emitem radiação em doses maiores que o sol, causando envelhecimento precoce, queimaduras e aumento do risco de câncer de pele.
A popularidade de métodos como fita isolante é igualmente preocupante: a cola pode provocar dermatites, coceira, descamação e bolhas. Óleos aplicados antes da exposição aumentam as chances de queimaduras e irritações, pois não oferecem proteção adequada contra os raios solares.
Para quem busca manter a saúde da pele e ainda repor a vitamina D, a exposição solar deve ser moderada e controlada. Trinta minutos diários em áreas como rosto e dorso das mãos, mesmo com protetor solar, são suficientes. Em casos específicos, a suplementação de vitamina D pode ser necessária, sempre sob orientação médica após exames de dosagem sanguínea.
Se ocorrerem queimaduras, o primeiro passo é interromper a exposição ao sol e hidratar a pele. A consulta com um dermatologista é fundamental para avaliar a gravidade das lesões e indicar o tratamento correto.




