O Banco Central estabeleceu, no dia 5 de setembro de 2025, limites de R$ 15 mil para transações via Pix e TED em instituições que não atendem parâmetros específicos de segurança. A medida busca reduzir riscos operacionais no sistema financeiro, focando em entidades com vulnerabilidades detectadas em auditorias recentes. Mas, nem todas as instituições seguem a cartilha. O C6 Bank soltou comunicado e manteve a operação sem restrições devido ao cumprimento integral das exigências regulatórias.
Estrutura de segurança institucional
O banco implementa protocolos alinhados às diretrizes do Comitê de Basel para gestão de riscos tecnológicos. Isso inclui sistemas de detecção de anomalias em tempo real e criptografia quântica nas transações.
A arquitetura de microsserviços permite atualizações contínuas sem interrupção nas operações, garantindo conformidade dinâmica com as normas do BC. Além disso, os usuários contam com camadas adicionais de segurança personalizáveis:
- Geofencing para transações de alto valor
- Autenticação multifatorial com reconhecimento de padrões comportamentais
- Limites circadianos diferenciados para períodos diurnos e noturnos
Cartões virtuais descartáveis e protocolos anti-sequestro complementam as defesas contra fraudes.

Controles proativos de riscos
A plataforma utiliza inteligência artificial para análise preditiva de transações, cruzando dados de 14 fontes diferentes. Algoritmos de machine learning identificam padrões suspeitos com 99,8% de precisão, bloqueando automaticamente operações irregulares. O sistema gera alertas preventivos para clientes mediante detecção de atividades anômalas.
Transparência operacional
O portal de segurança da instituição fornece relatórios detalhados sobre tentativas de fraude neutralizadas. Clientes podem auditar histórico de acesso à conta através de registros imutáveis em blockchain. A política de *zero trust architecture* assegura que cada interação requeira verificação independente.
Adaptação regulatória contínua
Um comitê dedicado monitora diariamente atualizações normativas em 18 jurisdições diferentes. Investimentos em conformidade automatizada permitem ajustes imediatos a novas resoluções. Em 2025, a instituição destinou R$ 280 milhões para modernização de sistemas antifraude.



