Entre os anos de 2022 e 2025, Jennifer Lopez e Ben Affleck estamparam os holofotes da imprensa internacional por terem tornado público o relacionamento do casal. Durante o período em que estiveram juntos, a dupla de atores adquiriu uma mansão localizada em Beverly Hills, nos Estados Unidos. Com o término, decidiram colocar o imóvel à venda, mas voltaram atrás da decisão.
A mansão conjugal, conforme apurações da revista People, foi colocada à venda por US$ 52 milhões (R$ 270,6 milhões), em setembro de 2025. No entanto, as celebridades optaram por remover o anúncio da propriedade nesta segunda-feira (26). A ação despertou a curiosidade dos fãs, que chegaram a levantar a hipótese de uma possível reconciliação.

Apesar de o valor chamar a atenção, o prestígio é explicado em sua complexidade. A residência tem aproximadamente 3.530 m², contando com 12 quartos, 24 banheiros, garagem para 12 carros e uma cobertura para hóspedes de 5 mil pés quadrados. Além disso, apresenta casa de zelador e guarita com dois quartos, incluindo academia, ringue de boxe e quadras de basquete e pickleball.
Tentativas frustradas de venda
A primeira tentativa de vender o imóvel ocorreu em julho de 2024, quando Lopez e Affleck solicitaram US$ 68 milhões (em torno de R$ 353,8 milhões). O anúncio ocorreu um mês antes da cantora entrar com o pedido formal de divórcio. Diante da ausência de interessados, a pedida foi reduzida em maio de 2025 para pouco menos de US$ 60 milhões (cerca de R$ 312,2 milhões).
Em julho do mesmo ano, o anúncio foi suspenso até voltar a aparecer nos últimos meses. Mesmo colocando a mansão para venda por US$ 52 milhões, a falta de interesse novamente gerou a remoção do anunciado. A título de curiosidade, os atores adquiriram o imóvel em maio de 2023, por cerca de US$ 61 milhões (aproximadamente R$ 317,4 milhões).
“Embora esperassem vender o imóvel, também estavam receosos de ter um grande prejuízo [financeiro]. Eles baixaram o preço para atrair mais interessados e, como isso não aconteceu, foram aconselhados a retirá-lo do mercado. Foi uma decisão comercial tomada em conjunto”, disse uma fonte à revista People na ocasião.





