Um alívio logo de cara após um período no qual os gastos costumam ser maiores. Seja pelos inúmeros presentes, como também pelas viagens e festividades. A queda em relação às bandeiras já foi possível em dezembro, quando a cobrança deixou de ser vermelha no patamar 1 para amarela.
A explicação para uma nova redução está na manutenção dos volumes dos reservatórios de chuvas pelo país. Assim, não será preciso “utilizar” a energia de outras fontes, como as usinas termelétricas. Algo que, no início de dezembro, não parecia verídico em meio à ao período de chuvas abaixo da média histórica.
A não utilização das usinas termelétricas é importantíssima para o desenvolvimento do Brasil. Além do custo para a geração ser mais caro, a poluição contra o meio ambiente é maior por conta da queima de combustíveis fósseis, que contribuem no agravamento do efeito estufa.
Como funciona as bandeiras nas contas de energia
A ANEL implementou o modelo em 2015 para compensar o custo do Sistema Interligado Nacional (SIN) na geração de energia que será utilizada pelos brasileiros. São três “tipos” de bandeira: verde, amarela e vermelha. A última dividida em patamares conforme aumenta as despesas.
Na bandeira verde, não há acréscimo nas contas de energia dos brasileiros. Na amarela e vermelha, há uma tarifa extra a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Em dezembro, por exemplo, quando a bandeira caiu da vermelha patamar 1 para amarela, o decréscimo foi de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.





