Consolidado como a pessoa mais rica do mundo, Elon Musk decidiu contornar seu planejamento inicial de explorar Marte. Por meio de suas redes sociais, o trilionário confirmou que a prioridade da SpaceX passou a ser a Lua. Com ideias ambiciosas, talvez a de povoar o satélite natural da Terra seja a mais surpreendente, mas não impossível para o empresário.
Utilizando o perfil do X (antigo Twitter), Musk surpreendeu seus seguidores ao dar detalhes sobre a construção de uma cidade autossustentável na Lua. Na análise do visionário, a próxima década será crucial, principalmente por trazer respostas sobre as possibilidades de moradia. Por outro lado, explicou que a mudança de postura está atrelada às dificuldades de entender a complexidade do Planeta Vermelho.
“A missão da SpaceX permanece a mesma: estender a consciência e a vida, como a conhecemos, às estrelas. Só é possível viajar para Marte quando os planetas se alinham a cada 26 meses (tempo de viagem de seis meses), enquanto podemos ir à Lua a cada 10 dias (tempo de viagem de dois dias). Isso significa que podemos construir uma cidade na Lua muito mais rapidamente do que uma cidade em Marte”, escreveu.
Embora muitos questionamentos tenham surgido na publicação, Elon Musk esclareceu que sua empresa permanece com a ideia de erguer uma cidade em Marte. No entanto, o projeto tende a ser colocado em prática entre cerca de 5 e 7 anos. Enquanto isso não acontece, a Lua é vista como uma alternativa mais fácil e curta de ser acessada.
Parceria assinada com a NASA
Dispondo de um patrimônio avaliado em aproximadamente R$ 4,5 trilhões, o sul-africano decidiu embarcar em um acordo que pode revolucionar a forma como a vida terrestre é vista. Na prática, a SpaceX assinou acordo com a Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (NASA) em função do programa Artemis, com o intuito de levar o homem novamente à Lua.
Conforme as previsões dos engenheiros, a ideia é que o primeiro pouso tripulado ocorra ainda em 2026, subtraindo informações que podem servir para colocar em evidência a cidade autossuficiente. Em síntese, com a possível instalação da “sociedade” no satélite natural da Terra, será mais fácil encabeçar novas viagens para Marte em um período de tempo menor.





