Uma iniciativa anunciada pelo iFood pretende facilitar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação para trabalhadores que realizam entregas por bicicleta. A ação prevê o custeio de grande parte das despesas necessárias para a obtenção da primeira CNH na categoria A. A expectativa é atender mais de mil entregadores em sua fase inicial.
O projeto foi criado para ampliar as oportunidades de atuação dentro da plataforma. Muitos profissionais que utilizam bicicletas desejam migrar para motocicletas, mas encontram dificuldades para arcar com os custos do processo de habilitação. Com o incentivo financeiro, a empresa busca reduzir essa barreira de entrada.
Subsídio cobre a maior parte dos custos
De acordo com as regras divulgadas, o programa assumirá cerca de 90% do valor necessário para a obtenção da habilitação. Estão incluídos gastos com matrícula em autoescola parceira, aulas práticas, taxas relacionadas ao processo e aluguel da motocicleta utilizada no exame de direção.
Os participantes continuarão responsáveis por algumas despesas obrigatórias previstas na legislação. Entre elas estão os exames médico, psicotécnico e toxicológico, quando exigido. Ainda assim, o apoio representa uma redução significativa no investimento normalmente necessário para conquistar a primeira CNH.
Além do suporte financeiro, os entregadores habilitados receberão um período de gratuidade para locação de motocicletas. A medida foi criada para facilitar o início das atividades na nova modalidade. A empresa também mantém parcerias voltadas à aquisição e ao aluguel de veículos em condições diferenciadas.
Quem poderá participar da iniciativa
Nesta etapa inicial, o programa será destinado a entregadores de bicicleta que atuam em áreas específicas da Grande São Paulo e do Rio de Janeiro. Os interessados deverão receber um convite diretamente pelo aplicativo da plataforma. As vagas são limitadas e serão preenchidas conforme a ordem de manifestação de interesse.
Para participar, é necessário não possuir CNH na categoria A e manter atividade regular na plataforma por pelo menos seis meses consecutivos. O trabalhador também deverá cumprir os demais critérios previstos no regulamento oficial da iniciativa.


