Em janeiro de 2021, a Ford surpreendeu os clientes fiéis ao anunciar o fim da produção de veículos no Brasil, encerrando a parceria que durava mais de um século. Embora a decisão tenha levantado questionamentos, a saída de cena garantiu o desembarque de novas apostas. Nesse intervalo, a Chevrolet anunciou o investimento de R$ 7 bilhões em território brasileiro para acelerar a mobilidade sustentável.
Considerada uma das empresas que mais comercializam veículos no Brasil, a Chevrolet, em 2024, por meio da General Motors, iniciou a primeira fase de seu novo ciclo de investimento para as operações no país. Apesar de o montante chamar a atenção, a companhia esclareceu que os aportes serão destinados até o ano de 2028, a fim de desenvolver tecnologias inovadoras, operações e a criação de outros negócios.
Por consequência do acordo firmado com as autoridades brasileiras, a empresa estadunidense ampliou seu portfólio de veículos, que foram analisados nos últimos anos com modelos mais modernos, ágeis e sustentáveis. Segundo a marca, a prioridade é reunir recursos avançados de segurança veicular e de produtos cada vez mais eficientes do ponto de vista energético e ambiental.
“O Brasil é estratégico para o plano global de expansão de negócios da GM. Além de ser um polo exportador de veículos para a América do Sul, conta com um amplo centro de desenvolvimento de engenharia e é um mercado com alto potencial de crescimento com vocação também para veículos de novas tecnologias, em sintonia com a matriz energética predominantemente limpa do país”, explica Shilpan Amin, presidente da General Motors International.
Projeções para os anos seguintes no Brasil
Os primeiros resultados do investimento da General Motors foram vistos pelo público na temporada passada, com o lançamento de modelos de tirar o fôlego. Por sua vez, os representantes da companhia entendem que o Brasil possui vocação natural para a mobilidade sustentável, sendo um dos destaques no cenário mundial.
“Este será o período de maior transformação da GM no Brasil. As mudanças são necessárias em virtude das atuais demandas da sociedade e dos consumidores. Estamos trabalhando junto aos nossos colaboradores, concessionários, fornecedores e outros parceiros do negócio para liderar este movimento”, diz Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul.





