A aprovação do governo de Eduardo Leite (PSD) chegou a 51% entre os eleitores do Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Quaest. A desaprovação é de 39%, enquanto 10% não responderam, mantendo o cenário político relativamente estável no estado. Vale destacar que o governador gaúcho já declarou sua pré-candidatura ao cargo de presidente da República.
Paralelamente à disputa política, o foco da gestão está concentrado na reconstrução do estado, após a enchente histórica de 2024. O governo estadual já mobilizou R$ 3,8 bilhões em obras de infraestrutura do Plano Rio Grande, com prioridade para a recuperação da malha rodoviária, reconstrução de pontes e retomada da navegabilidade em hidrovias estratégicas.

Dentro desse pacote, R$ 3,1 bilhões são destinados diretamente a estradas e pontes, atingindo dezenas de trechos danificados. Ao todo, mais de 8 mil quilômetros de rodovias foram afetados pela tragédia, o que tem exigido intervenções profundas, não apenas reparos superficiais. Já no sistema hidroviário, R$ 731 milhões financiam a dragagem de 22 canais, ação considerada essencial para o transporte de cargas.
Governador Eduardo Leite avança com Plano Rio Grande
As obras emergenciais começaram ainda durante a crise, com mais de R$ 400 milhões aplicados na liberação de vias, reconstrução de aterros e estabilização de encostas. Esse esforço garantiu a retomada rápida da circulação em pontos críticos e evitou um impacto ainda maior na economia do Rio Grande do Sul. Atualmente, cerca de 95% das estradas já estão liberadas, mas o governo mantém um cronograma robusto de intervenções estruturais.
“Política exige compaixão, exige sentir a dor do outro como se fosse a sua. Mas também exige capacidade técnica e gestão. Hoje, o Rio Grande do Sul é um Estado com as contas em dia, o que nos permite responder com responsabilidade a uma tragédia como as enchentes. Estamos muito mais preparados para enfrentar o que vier pela frente”, afirmou Eduardo Leite.





