O presidente dos Estados Unidos, Donaldd Trump, tem se movimentado na geopolítica internacional para fazer com que novos países façam parte do Conselho da Paz. Até o momento, Arábia Saudita, Turquia, Israel e Egito aparecem como os sete países que já disseram que vão participar da ação, como foi informado pela agência Reuters.
No entanto, cerca de 35 líderes mundiais também demonstraram intersse em participar do projeto. Na quinta-feira (22), Trump anunciou oficialmente o início do conselho durante u evento realizado no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O presidente americano chegou a dizer que as ameaças à Europa, às Américas e ao Oriente Médio “estão realmente se acalmando”.

A ideia inicial do Conselho da Paz era reunir os membros da comunidade internacional para dar um fim à guerra entre Israel e o grupo Hamas, além de controlar o processo de reconstrução de Gaza. No entanto, o estatuto não chegou a mencionar o território palestino e parece buscar a substituição das funções exercidas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Estados Unidos fecha acordos para a formação do Conselho da Paz
O que chamou a atenção é o fato de Trump, líder principal do Conselho da Paz, ter dito que gostaria de contar com a participação do presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista à jornalistas na Casa Branca, o gestor dos EUA declarou que gosta do presidente brasileiro e que teria um “grande papel” na entidade.
Apesar dos elogios públicos de Trump, ainda não há confirmação oficial se Lula vai aceitar ou não o convite para ser o representante do Brasil. Enquanto há essa indefinição do país sul-americano, alguns já recusaram prontamente o convite de Trump, como foram os casos de Eslovênia, Uzbequistão, Paquistão, Indonésia, Kosovo e Paraguai, de acordo com a Reuters.





