O universo carrega consigo respostas que os cientistas procuram, mas estão longe de atingir. Diante da amplitude que abraça as constelações, é possível prever algumas ações dos astros. De acordo com análises dos pesquisadores, a terceira estrela das Três Marias, a Alnitak (Zeta Orionis), é a mais fraca do trio, mas é capaz de colocar o Sol como mero coadjuvante na galáxia.
Segundo as previsões dos especialistas, a Alnitak está localizada a 376 anos-luz de distância da Terra, façanha que, curiosamente, colabora para que seja 20 mil vezes mais luminosa que o Sol. Um outro detalhe que merece ser destacado é que o astro registra temperatura superior a 6 mil graus Celsius em comparação com os registrados da estrela anã.

Por ser um sistema estelar triplo, forma a extremidade leste do Cinturão de Órion (Três Marias) e apresenta temperatura em torno de 29.000 a 31.000 graus Celsius na superfície. De acordo com estudos preliminares, a estrela em questão deve explodir em menos de um milhão de anos, mas não tende a impactar o funcionamento terrestre.
Confira alguns detalhes da Alnitak (Zeta Orionis):
- Localização: Constelação de Órion, fazendo parte da associação Orion OB1.
- Sistema Triplo: Composto por Alnitak Aa (supergigante azul), Alnitak Ab e Alnitak B.
- Brilho: É a estrela de classe O, mais brilhante no céu noturno, com magnitude aparente de 1,77.
- Nebulosidade: Localizada perto da Nebulosa da Chama e da famosa Nebulosa Cabeça de Cavalo.
Explosão do Sol liga o sinal de alerta dos cientistas
De acordo com análises de cientistas do Space Weather Prediction Center (SWPC), órgão ligado ao Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos, uma explosão solar colocou em cheque alguns equipamentos lançados no universo. Na prática, as erupções foram classificadas como uma tempestade de radiação nível 4 em uma escala de 5.
Em resumo, a tempestade aconteceu após o desencadeamento de uma forte erupção solar, que liberou uma chuva de partículas carregadas de radiação em direção ao espaço, atingindo o campo magnético da Terra. Por consequência do material dissipado, os riscos de interferências em sistemas de GPS, comunicações por satélite e instrumentação a bordo de espaçonaves foram evidenciados.





