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Fórmula 1 confirma retorno que os fãs tanto queriam que acontecesse

Por Juan Rodriguez
09/05/2026
Vitória na Justiça vai render R$ 1,8 milhão para ex-piloto brasileiro da Fórmula 1

Créditos: Ricardo Fonseca/Secom SP

A Fórmula 1 já pensa em uma nova revolução técnica para os próximos anos. Segundo Mohammed ben Sulayem, presidente da FIA, a categoria estuda o retorno dos motores V8 até 2031, marcando uma possível mudança significativa após mais de uma década utilizando unidades híbridas. Desde 2014, a F1 adotou motores V6 híbridos, combinando combustão interna com sistemas elétricos.

Embora sejam mais eficientes e potentes, esses motores sempre geraram críticas por conta do som menos agressivo, algo que faz falta para parte dos fãs e até de pilotos. A possível volta dos V8 surge justamente como uma tentativa de resgatar essa identidade sonora e simplificar a tecnologia. De acordo com Ben Sulayem, a mudança é vista como inevitável, dependendo apenas do alinhamento entre as fabricantes.

Créditos: Jay Hirano/Shutterstock

O atual regulamento está previsto até 2031, mas existe a possibilidade de antecipação para 2030, caso a maioria das montadoras concorde com a transição para um modelo menos complexo e mais tradicional. Atualmente, seis fabricantes têm direito a voto nas decisões da categoria: Mercedes, Ferrari, Audi, Ford, Honda e General Motors.

Fórmula 1 pode passar por nova mudança de peso

Para que a mudança avance antes do prazo, ao menos quatro dessas empresas precisam apoiar a proposta. “Em 2031, a FIA terá o poder de implementar o V8, sem precisar de votação dos fabricantes de unidades de potência. Esse é o regulamento. Mas queremos antecipar em um ano, que é o que todos estão pedindo”, disse o dirigente, sem confirmar a possibilidade de modificar as regras já em 2030.

O regulamento atual tentou equilibrar a potência entre motor a combustão e parte elétrica, em uma divisão próxima de 50% para cada lado, com foco na redução de custos e atração de novas marcas, o que de fato ocorreu. No entanto, problemas com baterias e críticas dos pilotos, incluindo o uso de estratégias como o “superclipping”, reacenderam o debate sobre a complexidade do sistema. Nesse cenário, a volta dos V8, usados entre 2006 e 2013, ganha força como uma alternativa mais simples, barulhenta e alinhada à tradição da categoria.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Juan Rodriguez

Juan Rodriguez

Natural do Rio de Janeiro, formado em Jornalismo/Comunicação Social pela Universidade Veiga de Almeida. Tem com experiência em mídias sociais, rádio e televisão. Tem passagens por G1 e Inter TV RJ (afiliada da Globo). Amante dos esportes, principalmente do futebol, atua na área desde 2017 e já fez parte da cobertura de competições como Copa América, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil, Estaduais, entre outras.

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