Nesta terça-feira (23), o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) divulgou o calendário de pagamentos do programa Bolsa Família. Haverá uma continuidade do modelo já adotado, o que garante “organização, segurança e regularidade no acesso ao benefício”, revelou a Secretária de Renda de Cidadania do MDS, Eliane Aquino.
Assim, o pagamento do Bolsa Família será feito durante os dez últimos dias úteis de cada mês. Em dezembro, porém, ocorre de forma antecipada. Para saber quando o dinheiro fica disponível, os beneficiados precisam portar o cartão do programa e conferir o último dígito do NIS.
“As famílias que possuem o NIS com final 1 poderão movimentar os valores no primeiro dia de pagamento, as com NIS final 2 poderão acessar o recurso no segundo dia do calendário e, assim, sucessivamente. A sequência das transferências continua nos dias úteis até chegar aos beneficiários com NIS cujo último dígito é zero.”, explica o MDS.
Contudo, em cidades onde o Governo Federal reconhece situação de emergência ou calamidade pública, todos conseguem movimentar o dinheiro no primeiro dia de pagamento.
Os beneficiários têm acesso ao dinheiro do Bolsa Família pelo aplicativo Caixa Tem. É possível utilizar os valores para compras no débitos; e para saques (sem taxas) em caixas de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes do Caixa Aqui.
Os valores do Bolsa Família podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, utilizados com o cartão para compras na função débito ou sacados em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui. O saque do benefício é realizado sem cobrança de taxas.
Bolsa Família e atualização
O Bolsa Família é um programa voltado para famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o território do Brasil. O valor mínimo transferido é de R$ 600. No entanto, o pagamento varia de acordo com a composição familiar, as necessidades específicas de crianças, adolescentes, gestantes e nutrizes, renda e a situação escolar de crianças e adolescentes.
Por isso, o MDS reforça a importância de que os beneficiados atualizem o Cadastro Único (CadÚnico). É preciso atualizar as informações, no máximo, a cada 24 meses e sempre que houver alteração na composição familiar, endereço, renda ou na situação escolar de crianças e adolescentes. As mudanças podem ser feitas em um posto de atendimento socioassistencial ou posto de atendimento do próprio Cadastro Único.





