Considerada uma das maiores redes brasileiras de lojas de departamento, a Havan decidiu ampliar seus horizontes ao assinar parceria com a Sawary, linha de jeans. O elo criado lançou a promoção “Jeans Premiado”, em que o cliente pode ir a uma unidade física e comprar os produtos da marca, com valor mínimo de R$ 100. A empreitada garante a chance de concorrer a um veículo BYD zero quilômetro.
Aos interessados em participar da promoção, é preciso ter mais de 18 anos, sendo necessário cadastrar o CPF no caixa no ato da compra do jeans na Havan. Depois disso, basta baixar o aplicativo da empresa de Luciano Hang, onde estará à disposição o número da sorte. Assim, o vencedor será revelado no dia 10 de dezembro, como uma forma de antecipar o presente de Natal.
A parceria foi iniciada em 1º de setembro, com validade até 30 de novembro. Porém, é válido se atentar a um ponto importante. Caso precise trocar ou devolver seu produto Sawary, certifique-se de que está fazendo a troca por outro produto da mesma marca. Isso porque o número da sorte apresentado em um primeiro momento será desconsiderado.
Assim como em outros sorteios, a falsificação de informações ou tentativas de manipulação do processo de participação resultarão em desclassificação imediata. Por sua vez, Hang destaca a importância da parceria. “A Havan realiza sonhos e essa parceria é mais uma oportunidade de fazer isso. Quem participar do sorteio, além de levar um jeans de qualidade para casa, também concorre a um carro novo”, disse ele.
Loja da Havan é alvo de vandalismo
Nesta segunda-feira (15), a empresa publicou um vídeo que mostra uma mulher pichando a fachada da unidade Castelo, em Blumenau. Nas imagens, é possível ver a criminosa com um objeto pequeno, não identificado pelas câmeras. Posteriormente, as palavras “Blumenazi” e “Velho da Havan é fascista” são vistas nas paredes da loja.
De acordo com o departamento jurídico da Havan, o caso foi encaminhado às autoridades policiais. Enquanto isso, em suas redes sociais, Luciano demonstrou insatisfação com o ocorrido, afirmando que não deseja nada além de que a mulher seja identificada e penalizada por seu crime.




