O Inmetro recomenda que o ar-condicionado seja ajustado para 23°C no verão. Configurar o aparelho para temperaturas muito baixas, como 17°C, não acelera o resfriamento, mas aumenta o consumo de energia.
Essa faixa de temperatura equilibra conforto térmico e eficiência energética, evitando desperdício e sobrecarga do equipamento. Antes da compra, é fundamental observar a classificação energética do aparelho, que varia de A a F, sendo A a mais eficiente.
Modelos com selo “A” podem ter custo inicial maior, mas proporcionam economia a longo prazo. O Inmetro disponibiliza uma tabela online com todos os modelos certificados, permitindo comparações antes da escolha.
Ambiente e manutenção influenciam o consumo
O local onde o ar-condicionado é instalado interfere diretamente no desempenho e no gasto de energia. Espaços com portas e janelas mal vedadas permitem a entrada de ar quente, fazendo o aparelho trabalhar mais. Medidas simples, como fechamento de cortinas durante o dia e uso de veda-portas e veda-janelas, ajudam a manter a temperatura interna e reduzem o consumo.
A limpeza regular dos filtros é essencial para o bom funcionamento do equipamento. Filtros sujos dificultam a circulação do ar e aumentam o gasto energético. Seguir as instruções do fabricante para manutenção periódica é indispensável para garantir eficiência e prolongar a vida útil do aparelho.
O Inmetro reforça a importância de o consumidor ter consciência no uso diário do ar-condicionado. Ajustar corretamente a temperatura, escolher aparelhos eficientes, manter o ambiente adequado e realizar a manutenção correta são práticas que garantem economia de energia sem comprometer o conforto.
Com essas medidas, é possível reduzir significativamente o impacto do ar-condicionado na conta de luz, especialmente durante o verão, quando o uso do equipamento aumenta em muitas regiões do país.





