Em um imóvel, é comum que os sofás sirvam como alternativa na hora de reunir a família ou amigos durante uma confraternização. Por ser aconchegante e garantir comodidade, o item tornou-se marca registrada nos lares brasileiros. No entanto, o segmento do design de interiores aposta em um novo modelo que promete romper com o tradicionalismo.
Trata-se dos puffs, móveis baixos, macios e versáteis, sem a presença de encosto ou braços, usados como assento extra, apoio para os pés, mesa de apoio ou item decorativo. Além de não ocuparem muito espaço em um ambiente, podem se enquadrar nos mais variados segmentos estéticos. Isso porque são comercializados em diversas formas, materiais, cores e estilos.
De acordo com a tendência, os sofás são considerados ultrapassados quando a ideia é comportar um número extenso de pessoas. Sobretudo, a nova alternativa enquadra-se melhor nas preferências individuais, postura, apoio e espaço ocupado. Por outro lado, devido ao fato de serem facilmente realocados, podem ser posicionados em lugares estratégicos, como, por exemplo, perto de tomadas.
Mas, afinal, qual a melhor aposta?
Por integrarem residências, consultórios e diversos estabelecimentos, os sofás não devem cair em desuso, especialmente na hora de se acomodar para assistir televisão. Volumosos, os itens são as escolhas ideais para aquelas pessoas que desejam preencher espaços. Um outro fator favorável diz respeito ao consumo, já que possui encosto, braço e acolchoado.
Em contrapartida, os puffs são escolhas assertivas daqueles que preferem deixar o ambiente mais limpo e moderno. Ainda que ofereçam uma estética mais suave, com o minimalismo tomando conta, alguns pontos negativos merecem ser destacados. Em resumo, a alternativa é mais cara, já que acomoda uma pessoa por assento. Além disso, não é tão confortável quanto os sofás.





