Nesta segunda-feira (22), os Estados Unidos da América (EUA) atacaram a 30ª embarcação no Oceano Pacífico e mataram a 105ª pessoa. A operação militar ocorre desde setembro de 2025 com o objetivo de exterminar embarcações relacionadas ao narcotráfico e já acumula 29 ações. O ataque anterior foi em 18 de dezembro.
A operação é liderada pela Força Tarefa Conjunta Lança do Sul, que recebe ordens diretas do Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth. Foi ele, aliás, quem exigiu o ataque a uma embarcação no dia de ontem. Segundo o comunicado oficial do Comando Sul, tratava-se de uma “embarcação discreta”.
O ataque levou a morte de um “narcoterrorista do sexo masculino” e não contou com danos aos militares dos EUA. De acordo com a nota, “Informações de inteligência confirmaram que a embarcação discreta estava navegando por rotas conhecidas de narcotráfico no Pacífico Oriental e estava envolvida em operações de narcotráfico.”
Organizações sociais e países como Colômbia e Venezuela fazem críticas aos esforços do governo de Donald Trump (Republicanos) para combater o narcotráfico. As campanhas militares dos EUA refletem o cenário de tensão recente e crescente entre o país e a Venezuela.
Há uma semana, Donald Trump anunciou um bloqueio contra à indústria de petróleo da Venezuela. O país sul-americano, por sua vez, colocou a Marinha para escoltar petroleiros que emigram dos portos. Por enquanto, não há previsão de reaproximação ou reunião entre o presidente dos EUA e Nicolás Maduro.





