Com o aumento das temperaturas no verão, cresce a busca por maneiras de reduzir o consumo de energia do ar-condicionado. A escolha do modo correto faz diferença porque cada função do aparelho exige um nível diferente de atuação do compressor, que é o principal responsável pelo gasto energético.
O modo resfriar é o mais usado nessa época do ano, mas também está entre os que mais consomem energia. Isso acontece porque o aparelho precisa remover o calor do ambiente, especialmente quando a temperatura escolhida é muito baixa.
A recomendação é evitar grandes diferenças entre a temperatura externa e a interna, optando por ajustes moderados que reduzam a carga de trabalho do compressor. Temperaturas extremas fazem o sistema funcionar por mais tempo e aumentam o custo mensal de energia.

O modo mais econômico para dias quentes
O modo ventilação é o que menos consome energia, pois apenas movimenta o ar sem acionar o sistema de refrigeração. Ele é indicado quando o ambiente já está em temperatura agradável e o objetivo é manter a circulação.
Outra alternativa econômica é o modo desumidificar, que reduz a umidade do ar com consumo moderado e melhora a sensação térmica sem alterar significativamente a temperatura.
O modo automático também contribui para o uso eficiente, ajustando o funcionamento conforme a temperatura medida pelos sensores internos, embora sua eficácia varie conforme o modelo e as condições do ambiente. Já o modo aquecer, disponível em aparelhos quente/frio, costuma aumentar o consumo, pois exige esforço semelhante ao processo de resfriamento.
Entre as opções voltadas para economia, o modo Eco é o mais eficiente. Ele otimiza automaticamente a temperatura e a ventilação, especialmente quando configurado entre 23 °C e 25 °C, faixa que equilibra conforto e menor gasto energético.





