Ao final do ano passado, a Prefeitura de São Leopoldo, cidade localizada no Rio Grande do Sul, atualizou as regras para estacionamento na Rua Independência. Considerada uma das mais movimentadas da região, a área ligou o sinal de alerta dos motoristas, que podem ter problemas por não se atentarem às novas regras impostas pelos órgãos competentes.
A princípio, as mudanças foram instituídas no trecho da Avenida Dom João Becker e Rua Brasil, sendo implantadas gradativamente à medida que eram alteradas as sinalizações horizontais e verticais das quadras. Conforme o secretário de Mobilidade e Serviços Urbanos do município, David Santos, a postura foi motivada por reclamações dos comerciantes locais.
Na prática, com o estacionamento sem fiscalização, era comum evidenciar a redução de vagas e o aumento da velocidade dos automóveis após a revitalização da via. “Houve um aumento de velocidade dos carros, mesmo com toda a sinalização de velocidade máxima. E o objetivo do projeto é priorizar o pedestre, calçadas mais largas, bancos, sem meios-fios para circular com segurança”, explicou o secretário.
Nesse intervalo, a rua passou a contar com duas pistas de rolamento para evitar congestionamentos. A fim de encontrar uma solução para o aumento da velocidade na região, a prefeitura liberou os estacionamentos do lado esquerdo. No mais, aproximadamente 30% de cada quadra é destinado ao uso exclusivo de Pessoas com Deficiência (PCD), idosos, viaturas da Brigada Militar e da Guarda Municipal.
São Leopoldo abriga espaço de acolhimento
Também, ao final da temporada passada, o governo do Rio Grande do Sul, por intermédio da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), assinou com a Prefeitura de São Leopoldo o termo de cessão de uso de um terreno no município para a instalação de restaurante-escola para mulheres vítimas de violência doméstica.
Sobretudo, a propriedade está localizada no Centro de São Leopoldo, possuindo terreno de 435,60 m², com 404,95 m² de área de edificação. Na prática, o termo autoriza a cessão do imóvel em caráter não oneroso pelo prazo de uma década para implantação de cozinha experimental e de aprimoramento gastronômico e nutricional.
“Como mulher, digo que é muito importante termos iniciativas voltadas ao público feminino, pois é preciso que as mulheres interrompam o ciclo de violência e conquistem a independência financeira, e a ação do restaurante-escola contribui nesse sentido”, ressaltou a secretária da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans.





