Um dos maiores nomes da história da Fórmula 1, Nelson Piquet foi tricampeão mundial da categoria (1981, 1983, 1987). Além das conquistas na pista, o brasileiro também se destacou pela capacidade de transformar o sucesso esportivo em patrimônio financeiro. Foi longe da carreira automobilística, inclusive, que ele conseguiu multiplicar seus rendimentos para construir uma grande fortuna.
Piquet encerrou a carreira profissional em 1992, após sofrer um grave acidente durante as 500 Milhas de Indianápolis. A partir de então, passou a se dedicar integralmente ao empreendedorismo, com o objetivo de fazer o dinheiro conquistado ao longo da carreira continuar rendendo. Naquele período, sua principal aposta foi a AutoTrac, empresa pioneira no monitoramento de veículos por satélite no Brasil.
O negócio cresceu rapidamente e se consolidou como um dos maiores do setor no Brasil. De acordo com dados de 2020, a companhia registrou lucro superior a R$ 60 milhões, sendo que Piquet possui 70% da empresa. Além da AutoTrac, o tricampeão mundial de F1 investiu em outros empreendimentos, como a Piquet Pneus, criada em parceria com a Pirelli, e também no mercado de carros de luxo.
Piquet fez sucesso no ramo empresarial fora das pistas
No entanto, nem todas as iniciativas de Piquet no ramo empresarial tiveram sucesso. Em 1996, Piquet adquiriu o Autódromo de Brasília, que passou a levar seu nome. O espaço enfrentou dificuldades financeiras e precisou ser fechado para reformas. O local permanece inativo desde 2014, sem previsão de retorno às atividades.
Já dentro das pistas, Piquet não se tornou um dos maiores nomes da Fórmula 1 por acaso. Reconhecido pela habilidade ao volante e pela inteligência estratégica, conquistou os títulos mundiais de 1981 e 1983, pela Brabham, e de 1987, pela Williams. Ao todo, somou 23 vitórias e 60 pódios ao longo da carreira na principal categoria do automobilismo mundial.





