Uma nova tendência do mercado automotivo brasileiro pode diminuir a dependência dos usuários de carros por aplicativo, como Uber e 99. No ano passado, de acordo com os dados da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), o segmento de carros por assinatura cresceu mais de 120% em relação a 2024, o que mostra uma procura por maior inovação.
Através de modalidades como leasing, aluguel e assinatura, os serviços estão cada vez mais comuns no Brasil, se tornando boasalternativas para quem não quer comprar um veículo. Segundo informações do portal Autodata, o carro por assinatura, inclusive, foi o que mais cresceu no país em 2025. No entanto, é importante saber diferenciar as categorias.

O leasing automotivo, também chamado de arrendamento mercantil, é um contrato de longo prazo entre o motorista e uma instituição financeira. De acordo com a Federação Nacional das Empresas de Leasing (Fenaseg), em relatório de março de 2025, os contratos tinham durabilidade média entre 24 e 48 meses. Nesse modelo, o cliente paga parcelas mensais menores que as de um financiamento comum.
Novos serviços para carros ganham força no mercado brasileiro
Ao término do contrato, o cliente tem a escolha de comprar o carro, devoler ou renovar o vínculo. Já o aluguel de veículos é amplamente conhecido e se consolida cada vez mais através de grandes empresas como Movida e Localiza. Os dados de junho de 2025 mostraram que o número de contratos mensais subiu 27% no intervalo de um ano.
Já os carros por assinatura funcionam como um serviço feito por meio de planos mensais ou anuais, que incluem IPVA, seguro, manutenção e assistência técnica. Por outro lado, o motorista fica responsável pelo pagamento do combustível ou da recarga elétrica, com contratos que variam entre 12 a 36 meses. Nesse período, o carro não é do assinante, mas por ser uma opção mais previsível de custo, se torna atrativa para os consumidores.





