Diante da necessidade de facilitar as transferências financeiras, o Banco Central do Brasil (BC) criou o Pix, metodologia que atualmente substitui o uso de cédulas convencionais e cartões de crédito. Contudo, a mobilidade pode atingir um novo patamar, mas por meio da Elo, empresa nacional de tecnologia de pagamentos.
Recentemente, foi concluída a fase piloto de uma solução de transferência que tende a facilitar ainda mais a vida de quem prioriza comodidade e agilidade no processo de pagamento. Desenvolvida em parceria com a Tecban, do Banco24Horas, e colaboração da 4CashPay, a metodologia promete permitir que os usuários realizem transações presenciais apenas com a leitura biométrica da palma da sua mão.
“Quando o pagamento acontece com um gesto tão humano quanto estender a mão, sabemos que estamos no caminho certo. A biometria palmar traduz confiança em uma experiência intuitiva, segura e sem barreiras”, declarou o Diretor de Tecnologia da Elo, Eduardo Merighi, ressaltando que a empresa permanece focada em entregar soluções inovadoras a todo o Brasil.
A ideia parece ter saído de um filme de ficção científica, mas espera remodelar as práticas de transferências como Pix e cartão de crédito. A diferença é bastante simples, mas questionável. Em resumo, o uso da biometria é comumente evidenciado no país, bastando usar a digital ou o rosto para acessar os aplicativos. Porém, a tecnologia ainda não é uma forma de pagamento presencial no país.
Mais detalhes sobre o sucessor do Pix
A princípio, a Elo explica que será necessário registrar a biometria da palma da mão em um dispositivo da Tecban, fornecendo ainda o consentimento para o uso dos dados biométricos. Nesse intervalo, será validada a identidade de cada usuário com a instituição financeira emissora. Diante das etapas cumpridas, vai ser preciso escolher pagar com biometria e posicionar sua mão sobre o dispositivo multibiométrico.
Ainda que o sucessor do Pix esteja chamando a atenção do público brasileiro, ainda não há uma data precisa para que a metodologia seja colocada no mercado. Isso porque o projeto piloto segue sendo testado entre os colaboradores da Elo, passando por algumas remodelagens.



