Os padres são responsáveis por guiar uma comunidade paroquial, transmitindo os ensinamentos da fé cristã para as pessoas. Por se tratar de uma figura que administra os sacramentos, é necessário abdicar de tradições que são pertinentes àqueles que não seguem a religião. Pela lei da Igreja Católica Romana, os ministros não podem se casar nem ter filhos, mas algumas ressalvas são evidenciadas.
De forma prática, os padres católicos de rito latino não se casam e, consequentemente, não constituem família biológica, devido ao celibato. Sobretudo, o intuito da metodologia é a dedicação integral de vida e energia à comunidade. Porém, é possível que essas figuras conquistem o direito de adotar algumas crianças, desde que duas liberações sejam sacramentadas.

A princípio, o ministro ordenado da Igreja Católica precisa conquistar a autorização de um superior da igreja e do órgão que cuida das adoções no país. A título de curiosidade, somente em Portugal, já foram registrados mais de 20 casos em que um padre conquistou o direito à paternidade de crianças e prosseguiu o sacerdócio.
Para uma melhor compreensão, os padres podem adotar crianças porque a adoção é vista pela Igreja Católica como um ato de amor, caridade e proteção à vida. Isso significa não haver proibição no direito canônico, embora exija autorização do bispo diocesano. Assim, a adoção é possível, sendo um processo civil que busca dar um lar a crianças.





