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Pessoas que nasceram na década de 60 costumam ter 3 habilidades em comum

Por Iara Alencar
24/02/2026
Créditos: Freepik

Créditos: Freepik

Culturalmente, indivíduos nascidos nas décadas de 1960 cresceram em uma realidade divergente das pessoas mais novas, fator que está diretamente ligado à perspectiva de vida mais conservadora. Segundo o escritor canadense Farley Ledgerwood, especialista em desenvolvimento pessoal e psicologia, três habilidades foram instituídas pelos seus pais antes dos 11 anos.

Na análise do estudioso, as experiências próprias moldaram o caráter, disciplina e a forma de se relacionar com outras pessoas. Em um contexto mais simplificado, o aconselhamento de pais ou responsáveis de gerações mais antigas induz indivíduos mais novos a criarem suas próprias visões, mas com uma base mais cultural e incisiva.

Créditos: Antonio Cruz/Agência Brasil

Mas, afinal, quais são as três habilidades?

Resolver problemas práticos: de acordo com Ledgerwood, pessoas mais velhas, especialmente aquelas nascidas na década de 60, foram levadas a ganhar independência muito cedo. Com a criação mais imediatista, esses indivíduos acabaram sendo moldados para reagir a situações imprevisíveis de forma articulada e sem maiores problemas.

Aperte as mãos firmemente: embora pareça um gesto simples, o autor afirma que a ação tem um impacto profundo na percepção social. Ao contrário das gerações mais novas, que optam pelo contato despojado, o ato de apertar as mãos de forma firme repassa ao outro confiança, respeito e disposição para se conectar para além das palavras.

Olhe as pessoas nos olhos ao falar: por sua vez, o especialista afirma que a comunicação no olhar não é comum entre os jovens, enquanto as pessoas mais velhas priorizam o diálogo objetivo e transparente. Segundo ele, manter contato visual transmite honestidade, presença e confiança, especialmente em um mundo tomado por distrações.

De modo geral, Farley Ledgerwood apresenta o estudo com a finalidade de mostrar o poder que determinados hábitos formativos influenciam na vida adulta. Em contrapartida, a pesquisa enfatiza que o objetivo não é anular a educação formal, mas enfatizar que a formação do caráter começa em casa e se consolida por meio de pequenas práticas cotidianas.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência em assessoria de comunicação, com passagem pela Prefeitura Municipal de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos e na produção de conteúdo para web.

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