Principal peça do Vasco da Gama, Philippe Coutinho possui contrato válido até meados da temporada 2026, quando completará 34 anos. Embora não tenha planos para rumar em novas direções, a tendência é que o jogador siga no Brasil recebendo valores modestos. Enquanto faturava salário astronômico no futebol europeu, os vencimentos no Gigante da Colina deixam a desejar.
Para retornar ao seu clube formador, Coutinho abriu mão do prestígio que o campeonato europeu oferece para embarcar no polêmico Campeonato Brasileiro. Enquadrando-se na realidade financeira do Vasco, aceitou receber mensalmente um salário de R$ 1,7 milhão e bônus por objetivos alcançados, como o título da Copa do Brasil.

Servindo como parâmetro, em 2017, quando renovou sua parceria com o Liverpool, o brasileiro faturava 790 mil libras por semana, fator que o levou a ocupar o status de jogador mais bem pago da história do clube, até então. Em outras palavras, o montante correspondia a R$ 5,7 milhões por semana, ou R$ 22,4 milhões mensalmente.
Posteriormente, em outubro de 2021, quando defendia as cores do Barcelona, Philippe recebia algo em torno de 30 milhões de euros por ano (R$ 189,6 milhões). Com o vínculo quebrado com os espanhóis, fechou acordo para defender o Aston Villa, da Inglaterra, por onde ostentou semanalmente 147 mil euros (R$ 929,21 mil) ou R$ 3,7 milhões por mês.
Estadia no Vasco da Gama
Contabilizando as duas passagens que teve pelo Gigante da Colina, o meia soma 113 partidas, que foram convertidas em 19 gols e oito assistências. Apesar de ser considerado ídolo da instituição, o jogador tem apenas um título da Série B (2009) em sua prateleira. Por sua vez, com o Vasco na semifinal da Copa do Brasil, a taça de prestígio também pode ser alçada.
“É trabalho, a gente tem que seguir trabalhando forte, cada um se dedicando. Ainda mais. É claro que a Copa do Brasil ainda está longe, a gente conseguiu a classificação para semifinal, um passo muito importante… A gente trabalha para buscar os resultados. Eu acredito que agora a gente tem que saber analisar, ter a cabeça fria. Não podemos cometer os erros que a gente vem cometendo”, ressaltou.





