O Ministério da Agricultura emitiu um alerta importante para o final do ano. As cidades do Amazonas, Itacoatiara, Manaus e Rio Preto da Eva, entraram em quarentena por conta de uma praga que entrou no Brasil em 1996. Desde então, ocorre uma série de monitoramentos e ações, porém, o inseto foi mais forte e se estabeleceu na região do Estado.
Além da quarentena estabelecida para Itacoatiara, Manaus e Rio Preto da Eva, o Ministério da Agricultura declarou uma “zona tampão” em outras 49 cidades de Amazonas. Outros estados, por enquanto, não terão restrições ou medidas da Pasta. Contudo, a incidência de da praga quarentenária ocorre com frequência, fora Amazonas, para Amapá (onde apareceu pela primeira vez no país), Roraima e Pará.
As estratégias do Ministério da Agricultura nessas áreas envolvem: monitoramento de aproximadamente 10 mil armadilhas para captura do inseto; pulverizações com iscas tóxicas, técnica de aniquilamento de machos, coleta e destruição de frutos. Em outras localidades próximas, a Pasta trabalha com monitoramentos quinzenais, em cerca de 1 mil armadilhas, que garantem o status de ausência da praga mosca-da-carambola.
A praga é um dos principais riscos para a Agricultura Nacional, uma vez que interfere na exportação de frutos secos. A mosca-da-carambola pode ter impacto direto ao se hospedar na polpa dos frutos a partir das larvas. O outro modo de prejudicar a safra é pela barreira fitossanitária imposta à exportação de frutos de áreas sob quarentena. Algo que está em andamento em Itacoatiara, Manaus e Rio Preto da Eva.
A ausência da mosca-da-carambola é um requisito para a produção e exportação dos frutos secos. O Brasil é um país que não depende de, mas tem grande “apoio” para a economia na Agricultura. Por isso, é importante que as cidades mantenha um controle rigoroso da praga.





