Uma prática comuns entre amigos e familiares no Brasil pode vir a se tornar uma grande dor de cabeça junto à Receita Federal. O órgão público tem aumentado a fiscalização sobre o uso dos cartões de bancos, então emprestá-los a uma outra pessoa chega a ser um risco grande a ser tomado.
A Receita Federal anunciou novas que tem aumentado a fiscalização em transações financeiras, gastos elevados no cartão, renda declarada incompatível, entre outras atividades que podem colocar a pessoa na malha fina. Em 2026, as instituições financeiras estão sendo obrigadas a enviar todo tipo de informações à Receita Federal, tanto nas movimentações bancárias de pessoas físicas ou de empresas.

É preciso estar atento também ao que se faz com operadoras de cartão, maquininhas, carteiras digitais e instituições de pagamento. Com a Receita Federal de olho, os valores movimentados são cruzados com o que é declarado no Imposto de Renda. Vale lembrar que, a partir deste ano, quem recebe até menos de R$ 5 mil por mês não vai precisar mais declarar o IR.
Receita Federal aumenta fiscalização nas transações bancárias
Se uma pessoa declara renda mensal de um determinado valor, mas paga faturas mais altas do que o declarado, o Fisco tende a suspeitar de omissão de rendimentos. Por conta disso, especialistas do setor reforçam que é preciso tomar mais cuidado para evitar o pagamento de multas, especialmente as pessoas que costumam emprestar cartões a amigos e familiares.
A Receita Federal exige uma explicação da origem do dinheiro, independente do que foi gasto e de quem realizou as transações. Profissionais do mercado financeiro garantem que o empréstimo de cartões é uma das principais causas de endividamento entre idosos no Brasil, sendo uma prática comum quando um familiar que tem o nome negativado usa o crédito para ter um ‘respiro’ maior nas finanças.





