Outrora operando em uma pequena fábrica de cerca de 300 m² e com capacidade para somente 30 lojas, a rede The Best Açaí dinamizou seus investimentos e expandiu o faturamento. Como resultado do prestígio adquirido nos últimos anos, a empresa ergueu uma nova unidade em Ibiporã, município do Paraná, com o auxílio de um investimento alarmante de R$ 30 milhões.
A nova instalação está demarcada em um terreno que passou de 8 mil para aproximadamente 45 mil m² após a licitação vencida. Nesse ínterim, os representantes da rede melhoraram a estrutura industrial, alavancando o ritmo das obras sucessivas, turnos ininterruptos e a estratégia de tornar Ibiporã um centro de distribuição.

Como resultado de tamanho capital concentrado, a fábrica aumentou a produção de açaí e sorvetes que, atualmente, é responsável por abastecer cerca de mil unidades franqueadas em todo o país. De acordo com as previsões do The Best Açaí, toda a operação alcança até 200 mil caixas do produto mensalmente. Isso é resultado de oito anos de operação em alto nível.
Trajetória rumo ao prestígio
A título de curiosidade, o The Best Açaí foi criado em 2017 pelos amigos Sérgio Kendy, Matheus Bragatto e Mateus Queiroz, em Londrina (PR). Na ocasião, cada sócio precisou desembolsar um investimento de R$ 5 mil para fazer o projeto sair do papel. Oito anos depois, a empresa conta com 812 unidades em 636 cidades brasileiras, uma fábrica própria e faturamento projetado a R$ 1 bilhão em 2025.
Para entender a magnitude do império montado, o primeiro estabelecimento correspondia a um pequeno barracão alugado, de aproximadamente 300 m². No entanto, poucos meses depois da inauguração, a demanda escalonou e, em junho do ano seguinte, a rede já tinha batido o limite planejado, forçando a decisão de buscar uma planta maior.
Atualmente, o terreno da fábrica soma cerca de 45 mil m², com algo em torno de 7 mil m² já construídos, incluindo setores de produção, câmaras frias, pátios de manobra e áreas administrativas. Por sua vez, é válido destacar que a unidade opera em regime de 24 horas. A rotina inclui linhas tradicionais e uma planta nova, ainda em fase de ramp-up, capaz de fazer com poucas pessoas o que antes exigia equipes inteiras.





